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"Controle o seu destino ou alguém controlará."
(Jack Welch, ex-CEO da GE)




 
 

 

Últimas notícias


1 - União decide estender uso de portos sem concorrência

Será que teremos também este tipo de consideração ao fim de nossas Permissões ou a Senzala não faz parte deste time seleto ?


2 - Caixa não se interessa pela fiscalização de bingos


3 - Lotéricas organizam bolões proibidos

Assessoria da Caixa diz que bolão não é proibido.


4 - Fechamento de lotérica causa crise econômica



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz Mendes às 19h57
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Carta de uma empresária lotérica


Caros amigos,


É público e notório que, após a entrevista de um dos diretores da Caixa, difamando em rede nacional toda a rede lotérica do país, o movimento de jogos em TODAS as casas lotéricas caiu assustadoramente e, com ele, o movimento de recebimento de contas e serviços bancários.

Tenho conversado com várias pessoas que conheço e com clientes e todos dizem que a Caixa (sim, a Caixa!) provou não ser confiável. Um desses clientes me disse aqui dentro da minha lotérica: “Se eles foram capazes de jogar aos leões todas as casas lotéricas imaginem o que não são capazes de fazer lá por dentro.” O funcionário Antonio Carlos Barasuol, difamando as casas lotéricas, arrastou com ele a própria Caixa.

A meu ver, faz-se urgente uma estratégia de marketing para trazer esses clientes de volta para as lotéricas. Uma propaganda na televisão com algum ator ou atriz de grande carisma, por exemplo.

A parte de recebimento de contas e serviços bancários também foi afetada, volto a dizer. Vários clientes daqui estão pagando suas contas no Bradesco, Itaú, Unibanco, etc.

Não podemos ser crucificados pelos erros de uma pessoa. O caso de Novo Hamburgo é um caso isolado para a polícia investigar. Não se pode destruir o negócio de tantas famílias baseados nisso.

E essa é a parte mais grave de toda essa estória: sermos classificados por esse funcionário como bandidos, estelionatários, foras-da-lei, etc., pois são essas as palavras que escutamos todos os dias.

Desde todo esse ocorrido não vi nenhuma manifestação da Caixa no sentido de se retratar publicamente. Nem mesmo circulares internas foram enviadas por tal funcionário se desculpando por tudo o que disse.

O que esse funcionário fez com a Caixa e a rede lotérica foi a mesma coisa que aquela funcionária fez com o lotérico de Novo Hamburgo. Só que eles estão sendo punidos e vão responder pelo que fizeram.

Semana passada, mais uma mulher morreu vítima de um cirurgião plástico. Será que o CRM vai cassar o registro de TODOS os cirurgiões plásticos do país ou irá punir somente esse médico?

Uma estagiária da Caixa foi pega aplicando golpes nos clientes. Todas as estagiárias de todas as agências da caixa serão punidas ou somente aquela?

Se acontecesse o mesmo que aconteceu em Novo Hamburgo com um desses milhares de sites que vendem bolão com total conhecimento da Caixa? Que atitude tomaria? Esses sites continuam vendendo bolão!  Um deles usa as cores das Loterias Caixa e a palavra loteria!

Para nós o bolão acabou? Tudo bem. Quando vim trabalhar nessa lotérica nós não vendíamos bolão. E ele não fazia a menor falta. Passou a fazer parte de nossa renda quando tudo no país aumentava menos a nossa comissão. Ou seja, nós tínhamos condições de pagar nossas contas, remunerar bem nossos funcionários, e sobreviver. Hoje a estória é outra.

A distância que a Caixa adotou em relação aos empresários lotéricos e seu silêncio sepulcral diante de tudo o que está acontecendo nos dá margem para imaginar e suspeitar tudo o que nossa rica experiência como lotéricos ao longo dos anos nos permite imaginar e suspeitar.

Os débitos não efetuados da Quina desde outubro de 2009, por exemplo. Nenhum problema no sistema pode demorar tantos meses para ser resolvido. Ou temos aqui uma total ingerência do sistema, ou esse continua não sendo confiável desde sua implantação, ou - e o que é pior – faz parte de uma estratégia maior para continuarem a difamar toda a rede, esperando que os lotéricos façam uso desse dinheiro e fiquem devendo à Caixa quando esses débitos começarem a se realizar, de preferência de um dia para o outro. A idéia de levar os lotéricos antigos à falência ou criar uma situação como essa para que eles passem suas permissões adiante por um valor muito abaixo do de mercado, trazendo para a rede pessoas inexperientes e pouco informadas, em cujos contratos estará a obrigatoriedade de trabalhar com o negocial, já é especulada por vários de nós. Como disse antes, o silêncio e descaso dessa instituição para com a rede lotérica nos permite especular sobre o assunto.

Aqui no Rio de Janeiro, fica parecendo que tudo foi feito de maneira muito bem pensada. Em janeiro já não podíamos mais trabalhar com os produtos da Loterj, que representava para muitos boa parte de suas receitas. Em fevereiro veio a estória do bolão de Novo Hamburgo, quando toda a rede foi punida pelo erro de um único lotérico e sua funcionária.

Só que, indo mais a fundo nessa estória, ficamos sabendo que a Caixa, apesar de dizer que não reconhece os bolões, usa essa mesma palavra em um domínio seu na internet (bolaofederal.gov.br) gerando assim mais especulação da nossa parte: estaria essa instituição retendo essa fatia do mercado, criada e consolidada pela rede lotérica, com o total aval de nossos clientes, se apropriando dessa modalidade para mais tarde lançá-la na internet junto com os jogos?

E por falar em jogos pela internet, voltamos ao tópico sobre a obrigatoriedade de se trabalhar com o negocial. Qual seria o interesse dessa instituição em privar os lotéricos de continuarem captando apostas como sempre fizeram, e começar a dividir esse mercado com ela mesma, que já detém a maior parte da arrecadação? O objetivo seria fazer nossa receita despencar e nos forçar a trabalhar com o negocial para aumentarmos nossa renda?

E por que a necessidade de, com total falta de transparência, nos forçar a realizar esse tipo de serviço? Simples: mão-de-obra barata. Todos sabemos que os custos de manutenção de agências bancárias são altos. Por que não, então, empurrar para os lotéricos os custos com essas despesas? Todos sabemos que o sindicato dos bancários está pleiteando carga horária de 6 horas diárias para a categoria. Nós, que já trabalhamos muito mais horas que qualquer bancário e que somos muito mais competentes e educados que qualquer bancário, somos a bola da vez: trabalharemos cada vez mais para que eles trabalhem cada vez menos. Receberemos cada vez menos, para que eles recebam cada vez mais.

Especulação demais? Claro, temos todo o direito de especular especialmente porque trabalhamos sob o jugo de profissionais incompetentes e de um contrato unilateral. A propósito, unilateralidade contratual também é ilegal.

Mas existe uma luz no fim do túnel. A atitude medieval que essa instituição resolveu tomar com relação a nós lotéricos acabou nos trazendo um bem muito precioso: nos uniu para sempre! Hoje não somos mais 11.000 perdidos e desorientados. Somos 11.000 por todos e todos por um!

Por isso, essa instituição tem a obrigação moral de se retratar publicamente, em horário nobre para mostrar a toda a população que nós, empresários lotéricos somos seus companheiros de todos os dias, de todas as horas. Nós lotéricos somos os verdadeiros parceiros – parceiros da população brasileira.

Empresária Lotérica do Rio de Janeiro - RJ



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 20h48
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Reflexão


Lendo os comentários dos colegas lotéricos em nossas últimas matérias, lembrei-me de duas matérias que escrevi há algum tempo atrás. Fazendo a releitura, pude perceber que os problemas são os mesmos, agora mais graves, as ameaças continuam e não param, e a "casa caiu" de vez com a proibição dos bolões.

Sempre escrevi e declarei que a solução de nossos problemas deveria passar por uma mudança de postura dos empresários lotéricos. Sempre acreditei e acredito que a solução só virá através da nossa UNIÃO.

Acho que o momento da mudança de postura é agora. O momento de UNIÃO nunca foi tão propício.

Infelizmente faremos o que temos que fazer motivados por uma forte dor, a dor no bolso e pelo mêdo de perdermos nossos negócios.

Temos que recuperar o tempo perdido e promover ações com muita velocidade de ação.

Releiam as matérias a seguir.  A intenção não é promover sentimento de culpa ou dizer que alguns são melhores do que outros.  A intenção é promover uma profunda reflexão sobre a nossa efetiva participação e responsabilidade na solução de nossos problemas, pois:  O futuro é sempre o que fazemos ou deixamos de fazer no presente.

Esta historinha tem a cara de muitos lotéricos - 24/04/2008

Rede Lotérica vive crise de identidade - 28/06/2009



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 11h32
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Carta de um lotérico


A classe lotérica devido ao desequilíbrio econômico-financeiro, não terá condições de resistir por muito tempo ( fato ), mas sinceramente não acredito que este seja o objetivo da atual administração da CEF sobre a Rede, baseado nas cobranças visuais ( padronizações ), alguns novos convênios e até pelas cobranças mesmo que sempre seguidas de ameaças, sobre as normas de funcionamento previstas entre a CEF e a Rede Lotérica. Reconheço que manter as 11 mil lotéricas dentro dos padrões até hoje, não é tarefa fácil.

Lembrando que foi exigido no passado, que a atividade lotérica deixasse de ser uma atividade secundária e passase para a ser atividade principal, o que ocasionou a separação e/ou desvinculação de empresas que possuíam outros recursos como receitas, ficando a Rede Lotérica fidelizada aos produtos CEF e seus convênios. Nesta oportunidade houve um crescimento da atividade lotérica, o que originou um aumento físico das lojas, no quadro de funcionários com melhora no atendimento a população e com a padronização cinza credibilizou junto a população de que Rede Lotérica a atendia com a bandeira CEF.

Com a falta de equilíbrio financeiro passou a Rede a procurar recursos para poder sobreviver aos aumentos de despesas, devido ao não acompanhamento das receitas oriundas da CEF, detentora de tal controle e que com os reajustes das apostas e tarifas, aumento de sorteios semanais e com as novas modalidades de apostas e convênios não conseguiram resolver a situação, que foi se agravando e chegando ao colapso do momento. Até agora sem a internet, que não podemos precisar o que pode acontecer.

Hoje podemos afirmar que estamos pagando o preço de uma fidelização com a CEF, que não nos atende com o visão de que nossa sobrevivência depende exclusivamente da entidade CEF. Vejo a abertura de Caixa Aqui, correspondentes bancários e imobiliários junto a outros comércios sem afinidades e padronizações da bandeira CEF, jogando por terra o que se levou anos para ser firmar junto a população que sem dúvida chamamos de Rede Lotérica. Ou seja, a CEF está voltando ao passado onde se abria uma casa lotérica em qualquer espaço de 4 m², junto ao bar, mercearia e/ou outra atividade comercial qualquer, com o devido respeito as mesmas.

Claramente verificamos que a Rede Lotérica assumiu a bandeira CEF durante todos estes anos e que passou a utilizar dos recursos que foram surgindo para tentar continuar com seu negócio, tirar sua sobrevivência, sem que em momento algum deixou de cumprir com as suas atribuições junto a CEF.

Porque a CEF pode colocar seus produtos peculiares a Rede Lotérica em segmentos despradonizados e de atividades diferentes?  Vejo como quebra de contrato e perda de clientes de determinada operação que a Rede Lotérica realiza e de legalidade supostamente duvidosa.

Porque a Rede Lotérica não pode aprimorar as suas atividades para melhorar sua receita como o caso dos bolões?  Produto de grande aceitação e oriundo dos terminais da Rede Lotérica.

Porque a Rede Lotérica não pode agregar produtos legalizados para melhorar seu equilíbrio econômico, como as raspadinhas da Loterj, os cartões telefônicos entre outros?  Se o problema é convênio, que se sente a mesa para dialogar.

Porque o produto Papatudo que era um convênio com a CEF deu grande prejuízo a Rede Lotérica?  Prova que produto conveniado não é seguro para Rede Lotérica.

Finalizando, quem tem de determinar a quantidade de terminais é o empresário lotérico, pois é ele quem administra o seu negócio e sabe de suas necessidades de acordo com o trabalho que esta realizando e visão da loja que possui.  Porque colocar peso na análise para realizar ranking, se um lugar não tem a mesmas características do outro, considero este fato como descriminação?

Depois do desabafo, o que posso sugerir na parte financeira:

● comissões de jogos 12% líquido. Podemos chamar de aumento real.
● comissões de não jogos com tarifa de R$ 1,00, com reajuste anual.
● comissões de produtos conveniados 13%, e com mais produtos.
● pagamento integral do carro-forte pela CEF, pois o dinheiro não nos pertence.
● isenção total de ISS, pois nosso serviço prestado é altamente social.
● prestação de contas em D+2. (importantíssimo para se ganhar folêgo)

e mais no tocante a relacionamentos:

- que a CEF coloque transparência, sobre o que espera da Rede Lotérica. No momento está gerando grande insegurança e insatisfação.
- que sejamos tratados como profissionais. No momento o tratamento não esta sendo este.

Espero, sinceramente conseguir sensibilizar a administração da CEF, pois o momento é muito crítico e todos corremos o risco de assistirmos a falência de toda a Rede Lotérica. pois o problema que surge para um, com certeza esta atingindo a todos.

Sem mais para o momento,

atensiosamente

Lotérico do Rio de Janeiro - RJ

* carta enviada para o Sincoerj (Sindicato dos Lotéricos do estado do RJ) e Superintendência Regional da CEF de vinculação da casa lotérica.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 20h10
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O que fazer ?

Acompanhando os recentes comentários feitos nas matérias do Blog, podemos concluir que muitas opiniões convergem para pontos comuns. Muitos lotéricos(as) comungam da mesmas idéias, mas fica a dúvida: como tornar isto tudo em ações efetivas para solucionar os nossos problemas ?

Gostaríamos de opinar para os colegas de todo o Brasil com algumas idéias.

Fundem associações regionais de empresários lotéricos o mais rápido possível.

O processo é simples e sem muita burocracia. Elejam uma diretoria com pessoas comprometidas e com o perfil de liderança, dispostos a lutar sem mêdo e com afinco por uma causa coletiva.

Não se importem se serão no início 5, 50 ou 100 lotéricos. Fundem a associação com o grupo de empresários lotéricos disponíveis, porém comprometidos.

As associações serão as bases para outros movimentos e ações dos empresários. Sem uma representação formal, qualquer ação isolada poderá não ter a representatividade e força que uma associação tem.

Estamos vendo que alguns comentários sugerem ações que serão estratégicas para um futuro enfrentamento com a nossa Má-drasta. Sugerimos à todos os colegos lotéricos que peçam a sua entrada em nossa comunidade ORKUT, onde temos um espaço privado e exclusivo para tratar deste tipo de assunto. Teremos liberdade para debater democraticamente sem sermos xeretados.

De antemão, avisamos que os critérios para entrada na nossa comunidade ORKUT são criteriosos, mas simples para aqueles que desejam participar ativamente de debates e da busca de soluções. Só participam de nossa comunidade empresários lotéricos com sua condição comprovada e atestada por diversos procedimentos.

Aguardamos todos vocês. Acessem o banner da comunidade ORKUT do Blog à direita do nosso site e sigam as instruções.

Vamos nos unir para somar.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 20h54
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MANIFESTO DO PRESIDENTE DO SINLOPAR


Estimados Lotéricos do Paraná

Como todos vocês, estou bastante preocupado com a atual situação que estamos vivendo, pois também sou vítima. Todavia, representar uma classe, às vezes nos impõe regras e posturas que não raramente...

Leia mais sobre assunto em:  Site do Sinlopar


Comentários do blog


Prezado Sr. Augusto

Tive a oportunidade de ouvir o Sr. numa web-rádio, e não foi difícil identificar a sua verdadeira paixão pelas Loterias, e o envolvimento de toda sua família em seu negócio, o que demostra que o Sr. vive as mesmas dificuldades e paixões que qualquer lotérico tem pelo seu negócio.

Poderia escrever mil linhas sobre as supostas ações positivas da Fenal e de seu presidente Sr. Aldemar Mascarenhas, mas como sou totalmente contrário as suas opiniões, prefiro deixar este assunto de lado. Porém, não vou me privar de comentar alguns pontos do seu manifesto.

A opção do caminho do diálogo com a Caixa, defendida pelo Sr., talvez não seja a mais adequada para o momento, pois em NADA trouxe de benefícios reais para a classe lotérica ao longo destes intermináveis anos.  Foram somente migalhas concedidas pela nossa "parceira", a Má-drasta, para tentar calar a boca de alguns e/ou tentar dar um pouco mais de sobrevida para a Rede Lotérica brasileira.

Carro forte ? Quem paga boa parte da fatura da minha lotérica sou eu. O adicional de segurança, ou "condicional de segurança" como a classe o chama, em minha lotérica vai todo no pagamento da fatura do carro forte sem sobrar um único centavo para outro investimento em segurança. O carro forte deveria ser uma obrigação da CEF, pois funcionamos como sub-agências do banco, mas não gozamos desse status e dos ítens de segurança previstos em normas do BACEN.

As melhorias nas Loterias como as citadas em seu manifesto, não são um favor da CEF ou conquistas, e sim uma condição necessária para revitalizar as Loterias, e fazê-las atraentes ao público, trazendo assim vantagens para todos os envolvidos no negócio.  Se elas não forem feitas o negócio não evolui.

Quanto ao Projeto de Lei sugerido pelo Sr. para regulamentar as atividades das casas lotéricas, ele já existe e está tramitando na Câmara dos Deputados em Brasília, e é de autoria do Dep. Beto Mansur.  Projeto este que foi encampado pelo Sincoesp e foi idealizado pela Alobar (Associação do Empresários Lotéricos da Baixada Santista e Região - SP).  Criar outro PL seria chover no molhado.

Agora lhe pergunto: quanto tempo os lotéricos do país conseguirão manter seus negócios operando até que o caminho do diálogo se concretize em ações positivas para os nossos negócios ?  Tenho certeza que as dificuldades que classe lotérica vive em todo o país é a mesma que lotéricos do PR vivem neste difícil momento.  Será que as casas lotericas existirão até o dia em que a Caixa nos reconhecer como verdadeiros parceiros ?

Sr. Augusto, o nosso tempo é muito curto, e o Sr. sabe disto como lotérico.  As contas do mês estão vencendo, a folha de pagamento está bem próxima, as despesas familiares estourando em nossas caixas de correspondência, e a receita com os bolões acabaram nas declarações e na "canetada" dos executivos da CEF.  Os salários deles continuarão os mesmos, pagos por mim, pelo Sr. e por todos os contribuintes brasileiros.  Agora o meu prejuízo será somente meu.  O meu problema, será somente meu, da minha família e dos funcionários que trabalham para minha empresa.  Lhe digo com certeza, que a Má-drasta não está nem aí para o que nos acontecerá.  A única preocupação dos executivos da CEF é com a manutenção de suas carreiras, e do banco, com o lucro que cresce anualmente, enquanto nós vivemos envolvidos em prejuízos, sem esperança de um futuro melhor para os nossos negócios e sofrendo um constante e ininterrupto assédio moral.  Isto não é vida, Sr. Augusto !!!  Ou promovemos ações concretas e efetivas já, ou nosso destino será a falência.

Sou lotérico de SP e em tese não deveria meter minha colher nos assuntos da relação entre o Sinlopar e os lotéricos de sua base, mas não consigo me conter quando vejo colegas lotéricos do PR pensarem e externarem suas opiniões diferentemente do conteúdo do seu manifesto.

Espero que de alguma forma os meus comentários ajudem a todos na reflexão sobre os melhores e mais curtos caminhos que nos tirarão desta grave crise.

Luiz Mendes - Editor do Blog do Lotérico



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz Mendes às 22h15
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Enfim uma resposta


Segue o texto do ofício enviado pela Febralot para presidente da Caixa Econômica Federal.

O que eu não consigo entender é a maneira como a classe lotérica tem acesso a um documento importante como este, que foi o resultado da reunião realizada entre Febralot e Sindicatos agora no dia 17/03.

Recebi este ofício hoje pela manhã por e-mail, enviado por um amigo de um amigo e outro amigo lotérico. Mais tarde ele foi publciado no site do Sincoesp e no BNL.

Dá para entender tanto descaso ? Dá para entender tanta falta de consideração com a classe, que mantém com suas contribuições a Febralot funcionando ?

Já acho um aburdo que a Febralot não tenha um site na Internet. O pior é saber que este texto poderia ter sido enviado em um informativo para toda a classe por e-mail logo que foi protocolado na CEF.  Lista de e-mails é que não faltam nos sindicatos.

Relendo o comentário de nosso colega na matéria do dia 14/03/10, acabo concluindo que não é só a CEF que nos vê com um bando de despreparados.

O esquema de ofício para lá, ofício para cá, já foi ativado.

Seguindo o trâmites oficiais e legais dá até para entender a razão do ofício. Difícil é acreditar que algo mais será feito após a resposta da Caixa.

O passado de inércia da Febralot e Sindicatos já é uma marca registrada conhecida por todos nós.

Vou dar mais um voto de confiança.  Agora é esperar para ver.


Federação Brasileira das Empresas Lotéricas
Of. Febralot N° 014/2010 Brasília, 17 de março de 2010.

A Sua Senhoria Senhora

Maria Fernanda Ramos Coelho
Presidente da Caixa Econômica Federal

Senhora Presidenta

1. A FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS LOTÉRICAS - FEBRALOT entidade sindical de 2° grau, com base territorial nacional, juntamente com os Sindicatos filiados, vêm, respeitosamente, perante V. Sa. manifestar a preocupação da nossa categoria, que atualmente conta com mais de 11.000(onze mil) empresas lotéricas situadas em todo país, com relação a alguns problemas que estão prejudicando toda a rede e necessitam de providências urgentes dessa Empresa Pública, na condição de parceira nessa atividade.

2. A permissão para prestar o serviço público de loterias exige participação prévia em licitação, assinatura de contrato de adesão, bem como observância pelas partes contratantes da Constituição Federal, leis em geral, e normas circulares da Caixa, atualmente, em especial da Circular Caixa No 471/09.

3. Não obstante ser firmado um contrato administrativo e ser necessária a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro desse pacto, dentre outros aspectos, o que vem se constatando é a defasagem cada vez maior entre o custo para a prestação do serviço e o valor pago pela parte contratante. Além de uma demora inexplicável na realização de estudos técnicos pelo IPEA sobre a rentabilidade da rede, visando o reajuste das tarifas, e a não aceitação de estudo econômico já realizado pela Fundação Getúlio Vargas sobre o setor.

4. Ocorre que recentemente esse problema foi agravado após a CAIXA adotar posicionamento ostensivo junto às lotéricas, e até ameaçador, pelo fato isolado ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul, enviando ofícios destacando dispositivos da Circular Caixa n° 471/09 relativos às obrigações das empresas lotéricas e as conseqüentes punições, informando que na comercialização das loterias federais deve ser entregue obrigatoriamente ao apostador o comprovante emitido pelo TFL, não sendo admitido outro tipo de comprovante.

5. Os dispositivos destacados foram os seguintes:

23.3.1 A PERMISSIONÁRIA obriga-se a cumprir os procedimentos, orientações e rotinas operacionais em vigor, sejam elas referentes aos produtos comercializados ou aos serviços delegados, e a acatar todas as novas e eventuais orientações operacionais e administrativas estabelecidos e comunicados pela CAIXA.

23.4.2 A PERMISSIONÁRIA obriga-se a não vender, intermediar, distribuir e divulgar qualquer outra modalidade de sorteio ou loteria, ou quaisquer jogos de azar, ainda que legalmente permitidos, salvo com autorização por escrito da CAIXA.

23.4.4 A PERMISSIONÁRIA deve praticar os preços fixados pela CAIXA para a venda dos produtos lotéricos e de outros produtos conveniados.

23.6.4 À PERMISSIONÁRIA é vedado prestar serviços de qualquer natureza, sem autorização expressa da CAIXA.

6. Ocorre que algumas considerações sobre o assunto devem ser registradas para que essa empresa pública juntamente com a nossa categoria possa encontrar o melhor entendimento.

7. Conforme manifestado pela Caixa junto ao PROCON/GO, antes do episódio ocorrido no Rio Grande do Sul, através da Circular Caixa n? 471/09, são estabelecidas regras gerais para funcionamento das Unidades Lotéricas, não estando incluídas como modalidades de loterias administradas pela Caixa as apostas coletivas (boiões).Também informou que a venda realizada na forma de aposta coletiva é uma relação comercial e de confiança estabelecida entre o empresário e os apostadores, que anuem com as condições fixadas. E destacou que o PROCON/MT já analisou essa relação jurídica concluindo que não se trata de infração, apenas não está prevista nas loterias públicas, além de ter observado com bastante propriedade que "os jogos coletivos são um antigo costume brasileiro"; e que o pagamento dos prêmios somente é efetuado com a entrega do bilhete de aposta emitido pelo TFL.

8. A história da loteria no Brasil praticamente se confunde com a existência da "praxe" de apostas coletivas, que existem desde 1962, e são responsáveis por grande parte das vendas das loterias desde aquela época. Até hoje são as apostas coletivas que garantem a venda das loterias.

9. Além de ser uma "praxe", a venda de apostas pela empresa lotérico a determinado grupo de pessoas que assim optam ou escolhem não viola a obrigação de manter a exclusividade na prestação do serviço previsto na referida Circular, já que o produto, a modalidade de loteria, os procedimentos, rotinas, e o serviço são os mesmos.

10. Como também o preço da modalidade de loteria lançado no TFL é o mesmo, e os consumidores que participam desse jogo têm pleno conhecimento das condições contratadas com a empresa lotérica, que apenas cobra as despesas do serviço.

11. O que ocorre é que nesse jogo coletivo, ressalta-se novamente praxe de mais de 40 (quarenta) anos aceita pela Caixa e pela sociedade consumidora, são cobrados valores relativos às despesas para a sua administração. O que de qualquer forma é uma relação de consumo não vedada pela lei nem pela norma da Circular citada, como bem destacou a Caixa quando prestou informações ao PROCON/GO.

12. Tanto é que a CAIXA há algum tempo atrás elaborou e distribuiu cartazes orientando sobre os procedimentos, rotinas e riscos das apostas coletivas, mas nunca as proibiu. Mesmo porque o grande prêmio coletivo é praxe também na sociedade que além de aceitar, as preferem, quando se observa que grupos de amigos, familiares e conhecidos se reúnem e fazem uma única aposta para dividir o prêmio de forma coletiva, visando inclusive aumentar as chances de êxito na aposta.

13. O que ocorre no caso das empresas é que alguns consumidores preferem entregar a administração desse jogo à empresa lotérica que cuida de todos os procedimentos, inclusive, da divisão do prêmio junto à Caixa, fato que ocorre há anos, sendo ínfimos os casos em que se verificou algum problema. Ademais disso, o sistema de tributação de distribuição dos prêmios coletivos, decorrentes dos citados boiões, são inclusive regulamentados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil,através do Decreto n° 3.000,de 26 de março de 1999, e o sistema operacional dessa própria empresa pública permite o pagamento de prêmio das apostas coletivas.

14. E foi justamente em razão da inexistência de vedação a essa praxe, que a Caixa, ciente de que a aposta coletiva representa mais de 30 % das vendas, e que as atuais tarifas pagas às empresas lotéricas não são suficientes para manutenção dessas empresas, incluiu no estudo do IPEA a receita auferida com a venda desse tipo de aposta.

15. Mesmo porque se permanecer essa proibição, como consta no Ofício enviado às empresas lotéricas, será necessário urgentemente serem reajustadas TODAS as tarifas pagas pelo serviço prestado para que de alguma maneira se possa dar condições de sobrevivência e manutenção das empresas lotéricas existentes,que não têm condições de prestar o serviço sem a receita que a aposta coletiva hoje lhes confere.

Diante de todo o exposto, nossa categoria solicita à essa empresa pública, permissionária do serviço de loterias em todo o país, o seguinte:

a) respeitar o que está na lei, que não proíbe a venda de apostas coletivas, não aplicando nenhuma penalidade às empresas lotéricas pela continuidade dessa praxe e cancelando as existentes;

b) elaborar e distribuir cartazes no padrão Caixa contendo informações e orientações a respeito das apostas coletivas, constando inclusive os riscos; ou

c) reduzir de imediato para cota mínima a obrigação das empresas lotéricas arcarem com o custo da loteria federal, tendo em vista que as empresas permaneceram com a obrigação de venderem integralmente todas as cotas, e se não venderem, estão sendo obrigadas a pagar pelas cotas não vendidas, e assim estão tendo prejuízos irreparáveis; e

d) conceder o reajuste necessário de TODAS as tarifas pagas hoje às empresas lotéricas de forma a permitir a manutenção dessas empresas, que não tem como sobreviver, gerar empregos, prestar os serviços contratados, sem a devida remuneração.

Além dos pontos acima elencados, esta Federação requer seja respeitada por essa empresa pública o direito dos lotéricos de comercializar os produtos das loterias estaduais legalmente constituídas.

Desde já agradecemos a atenção dispensada, registrando que não é possível apenas impor regras, punições, metas, quotas, etc. sem dar condições técnica, operacional e normativa, para que as empresas lotéricas possam prestar os serviços na forma pretendida por essa empresa pública, pois todos sairão perdendo, já que o risco à imagem e eventuais prejuízos da Rede Lotérica são os mesmos da Caixa, e somente juntos poderemos encontrar a melhor solução para os problemas.

Respeitosamente

Presidente da FEBRALOT
FEBRALOT - FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS LOTÉRICAS



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz Mendes às 19h46
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Um mês de agonia e frustração


Amanhã fará exatamente 30 dias que a “fatalidade” de NH aconteceu, foi no concurso 1155 da Mega Sena de 20 de fevereiro de 2010.

Nossa classe dormiu no domingo dia 21 fev como empresários lotéricos repletos de problemas, devido a situação caótica da Rede e acordou no dia 22 como ilegais, estelionatários, desonestos e outros nomes que fomos rotulados pela sociedade.

A situação se agravou ainda mais com as declarações dos executivos da CEF na mídia, onde para tentar limpar o nome do banco, omitiram a verdade sobre os bolões e jogaram o nome dos lotéricos na lama. Lotéricos estes, que honram com a máxima dignidade a marca Loterias Caixa, muitas vezes tentando justificar falhas inadimissíveis e injustificáveis do sistema tecnológico do banco, para deixar a marca Caixa limpa.

A revolta tomou conta de toda classe com declarações omissas do banco, e a mídia deu uma cobertura extraordinária, sem no entanto ouvir o outro lado do que a CEF tem coragem de chamar “parceira”, ou seja a Rede Lotérica.

Existe uma hierarquia da representatividade da classe, que passa pelos lotéricos, sindicatos e Federação.

Os sindicatos imediatamente deveriam ter convocado assembléias extraordinárias regionais, para tratar do assunto, isso se cumprissem com sua obrigação. Alguns convocaram a classe para assembléias depois de alguns dias, outros não fizeram nem isso até hoje.

A Febralot no topo da hierarquia deveria no mínimo ter buscado os caminhos possíveis na mídia para garantir o direito de resposta, explicando o bolão, os prêmios milionários já pagos através desta modalidade, e passando a população a idoneidade da Rede, e claro apresentando as provas que a CEF sempre soube dos bolões e incentivou por anos esta prática. Após esta declaração, a Federação deveria ter convocado os sindicatos para debaterem o assunto.

Pois bem, ela fez a convocação para o dia 17 de março, quase um mês após o ocorrido, e até o presente momento a Febralot não se deu ao trabalho de oficialmente informar à Rede Lotérica sobre as decisões tomadas nesta reunião com os sindicatos.

Que Federação é esta? Que respeito é esse? De que lado está a Federação que deveria representar a classe?

Ações já deviam ter sido tomadas, documentação para isso não falta.

Recebemos via AR o documento com a “proibição” para comercialização dos bolões, que apesar de não ser ilegal e com mais de 20 anos de sucesso e credibilidade, casou forte queda no faturamento das lotéricas.

Um grande amigo advogado, questionado sobre a validade deste documento me respondeu:

“O documento enviado pela CAIXA tem validade sim, mais nos dá a oportunidade "única" de fazer algo muito importante, qualquer dos sindicatos ou a Febralot deve fazer (promover) a notificação judicial em contraposição ao ato dela "notificando-a judicialmente que a proibição imposta causará o desequilíbrio econômico financeiro das empresas lotéricas, estando a receita de bolões A COMPOR o portifólio de receitas declaradas a CEF, assim, a forma proibitiva imposta de RECEITA leva a permitente CEF o ônus de recompor o equilíbrio econômico em favor das empresas. (devendo dar prazo para manifesto de 15 dias à CEF)”

Ou seja, está faltando respeito, consciência e velocidade por parte de nossos representantes sindicais para promover soluções para os nossos problemas.

O que podemos esperar da Febratot, que após 3 dias desta reunião não enviou um comunicado para a Rede sobre o que foi decido? O que podemos esperar de uma Federação que no passado ameaçou a Caixa de usar todos os intrumentos legais disponíveis para recompor as tarifas da prestação de serviços bancários e não o fez?

Diante da omissão de informação para os empresários lotéricos, podemos imaginar que o caminho escolhido nesta reunião foi o velho e surrado esquema da mesmice. Esperar, esperar e esperar que a CEF dê a solução dela para os problemas da Rede Lotérica. A solução onde somente a CEF ganha e a classe só perde.

Até quando vão se calar ou ameaçar em concretizar ações que jamais serão implantadas?

Concluímos que estamos por nossa conta e risco, e devemos nos mexer rapidamente para buscar soluções para nossos problemas, a começar pela união regional de lotéricos e mobilização para retirar de seus cargos os representantes sindicais omissos que hoje nos representam.



Categoria: Opinião
Escrito por Flávia às 12h08
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Últimas Notícias


Problema da falta de segurança nas lotéricas de Rondônia pode estar perto de ser resolvido

O representante da Caixa declarou em juízo que o banco já faz um repasse extra para as lotéricas implementarem, por conta própria, os sistemas de segurança.


Cai faturamento das lotéricas



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 22h15
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Categoria: Notícias
Escrito por Luiz Mendes às 21h03
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Um dia muito especial


Hoje foi um dia muito especial e de muita alegria para os administradores deste blog.

Batemos o recorde de visitas diárias ao site do Blog com acesso de inúmeras cidades do Brasil.

Não estamos orgulhosos por este recorde em si, mas pelo significado que traduziu. Traduziu o começo da UNIÃO, que pode ser constado pela consistência e coerência dos comentários feitos na última matéria do Blog, que convergem para um único ponto.  Estamos todos conectados e alinhados num mesmo objetivo que é salvar os nossos negócios e sermos de verdade empresários prósperos.

Alguns colegas ainda tem dúvida sobre o que deverão fazer num momento tão difícil.

Vou esponder: LUTEM PELOS SEUS NEGÓCIOS.

Dediquem um pequeno tempo do seu árduo dia de trabalho e conversem com seu colega lotérico de bairro.  Se os seus argumentos não funcionarem, parta para outro colega, e com certeza você encontrará alguém que pense como você, que concordará que somente UNIDOS seremos fortes.

Cobre o seu sindicato.  Promova reuniões com os lotéricos da sua região.  Trabalhe de forma estratégica.  Junte cabeças.  Junte num mesmo Grupo pessoas comprometidas com o futuro de seus negócios e dipostas a lutar para o que der e vier.

Com muita satisfação vejo um movimento forte começando no estado do RJ.  Um movimento de união de lotéricos que poderá culminar com uma nova chapa nas próximas eleições do Sincoerj, com as pessoas certas no lugar certo.

Minas Gerais tem tudo para iniciar este movimento.  As cidades mineiras foram hoje as que mais visitas fizeram ao Blog, com destaque especial para Belo Horizonte.  Basta apenas um pequeno empurrão para os colegas mineiros começarem o processo que já se inciou no RJ.  Vocês tem tudo para se tornar grandes aliados em nosso processo de união, e contam com a ajuda da guerreira e amiga Flávia para ajudar neste movimento.

Como diz um colega do RJ, somos Lotéricos Espartanos.

Ainda somos poucos, mas poderemos ser mais.

Teremos mais força do que os 300 de Esparta.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 23h04
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O Dia "D" da classe lotérica


Hoje acontecerá a reunião da Febralot e Sindicatos para discutir e definir ações para a solução da "probição" imposta pela CEF sobre a  venda de bolões pelas casas lotéricas.

Um clima de grande expectativa e dúvidas toma conta dos empresários lotéricos brasileiros, que viram da noite para o dia os seus negócios ruirem como castelos de areia.

A apreensão de não ter como pagar as contas do seu negócio e da família estão levando muitos colegas ao desespero.   Muita dor, noites mal dormidas e nervosismo traduzem o atual quadro de stress da classe.

Ações para conter os efeitos desta "proibição" continuam.  As demissões de funcionários estão de vento em popa.  A redução de custos do negócio e orçamento familiar continuam sendo o foco de todos.

Amanhã estará nas mãos de nossos dirigentes sindicais a decisão de tomar ações adequadas para a solução deste problema.

Se esta não for uma tarefa simples, que tenham pelo menos a decência de tentar resgatar a dignidade da classe, propondo ações efetivas à altura do trabalho que realizamos para a sociedade brasileira, e também pela nossa imagem que foi denegrida por todas as declarações veiculadas na mídia, onde a verdade sobre a venda de bolões foi omitida.

Provas documentais não faltam de que a CEF sabia, não fiscalizava e incentivava a venda de bolões, e colocou a renda obtida por esta modalidade no estudo do IPEA, com o objetivo de não corrigir as tarifas de serviços de correspondente bancário para os patamares adequados ao equilíbrio econômico/financeiro de nossos negócios.

A Febralot e Sindicatos terão como principal responsabilidade definir o destino da classe lotérica brasileira.

Ou decidirão se rumaremos para o enfrentamento estratégico e para vitória, ou se continuarão com o velho e surrado esquema da "mesmice", e condenarão à extinção toda a Rede Lotérica brasileira.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz Mendes às 23h29
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Sobre a Assembléia da Febralot


No próximo dia 17/03 (4ª feira), Febralot e Sindicatos estarão reunidos em Assembléia para discutir entre outros assuntos, a proibição da Caixa Econômica Federal para a comercialização de bolões pela Rede Lotérica.

Uma Assembléia que novamente será realizada sem que toda a classe lotérica brasileira tenha sido ouvida e opinado sobre o assunto, já que muitos Sindicatos AINDA não realizaram reuniões com as bases de seus estados. Novamente estaremos sujeitos a decisões que sairão da cabeça de uma minoria.

Temos conhecimento que uma brilhante idéia de um empresário lotérico será exposta nesta reunião e que já é de conhecimento do presidente da Febralot, Sr. Roger Benac.

Esperamos que todos os presentes nesta reunião analisem a idéia, isentos de suas convicções pessoais e experiências de décadas como lotéricos e sindicalistas, e coloquem acima de tudo a busca de uma solução breve para o impacto financeiro causado pela proibição da venda de bolões pela CEF e das tarifas defasadas nos serviço de Correspondente Bancário e Loterias.

Este colega em conversa com o Blog do Lotérico disse o seguinte:

"Os lotéricos parecem que não acordaram para a oportunidade de enfrentar a CEF e ter uma vitória histórica, pela qual se estabeleceria uma nova forma de relacionamento. Ficam esperando que a "mamãe CEF" dê uma solução para os bolões. Só que a CEF não é "mamãe". E dessa teta não sai mais leite não.

Não sou a favor de grosserias na relação com a CEF. Sou a favor de enfrentamento estratégico. De ganhar respeito da CEF mostrando que sabemos os caminhos a se trilhar para a vitória. A CEF nos vê como um bando de despreparados. De gente facilmente comprável com benesses, de gente que se sente orgulhosa só em estar participando de coquetéis inúteis"

Esperamos que estas palavras sensibilizem os presidentes dos Sindicatos e Febralot presentes na Assembléia, pois demonstram a verdade e as expectativas da classe lotérica brasileira, e que as ações resultantes desta Assembléia tragam a solução para os nossos graves problemas, e que a imagem da Rede Lotérica e de seus representantes sindicais não seja esta descrita pelo colega.

Vale lembrar que todos que hoje são presidentes eleitos de nossas instituições sindicais, estão em seus cargos para SERVIR os interesses de nossa classe.

O "patrão" dos Sindicatos e da Febralot é a classe lotérica brasileira.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz às 11h23
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FEBRALOT convoca todos os sindicatos filiados para reunião em Brasília


Na próxima quarta-feira, dia 17, acontecerá em Brasília uma Assembléia da Febralot. A reunião acontecerá na sede da Federação do Comércio de Brasília, onde serão abordados vários assuntos, inclusive sobre o tema em pauta, que é a proibição da Caixa Econômica Federal para a comercialização de Bolões pela Rede Lotérica.

No mesmo dia, às 16:30 está agendada uma reunião entre Febralot e Sindicatos, com o gerente Antônio Carlos Barasuol, da GEARP, área de Rede da Caixa Econômica Federal. O assunto principal será a comercialização das apostas coletivas “Bolão” na Rede Lotérica, tendo em vista que não há ilegalidade nesta prática.

O SINCOESP ESTARÁ PRESENTE!

Fonte:
  Informes Sincoesp - 13/03/2010



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 10h46
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Últimas notícias


Lotéricas ignoram proibição e mantêm os ‘bolões’ de apostas


Entre os estabelecimentos de Londrina que continuam a vender as cotas está o de propriedade do presidente da Federação Nacional dos Empresários Lotéricos, Aldemar Mascarenhas


Funcionário de loteria é preso por furtar mais de R$ 28 mil



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 22h56
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Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 20h27
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O começo da UNIÃO


A recente "proibição" pela CEF da venda de bolões em todas as casas lotéricas do Brasil causou forte impacto financeiro em nossos negócios. Os desdobramentos desta "proibição", começam a ter suas consequências com a demissão de funcionários, e consequentemente a queda na qualidade do atendimento aos nossos clientes.

Muito em breve teremos que enfrentar negociações difíceis nas convenções coletivas com sindicatos de funcionários.

Motivados por este sério problema, começam a acontecer em vários locais do Brasil reuniões de lotéricos, propostas com idéias brilhantes, surgimento de novos líderes regionais, formação de novas associações de empresários lotéricos e o mais importante, a consciência que somente UNIDOS teremos a solução definitiva para os nossos problemas.

Movimentos independentes que poderão, enfim, proporcionar a tão sonhada UNIÃO da classe. Um exemplo que deve ser seguido por todos os lotéricos em suas regiões.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz às 11h59
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Lotérico, teu nome agora é Zé Pequeno


Quem viu o filme Cidade de Deus deve lembrar da cena onde Dadinho, o dono do tráfico da Cidade de Deus , após consultar um Pai de Santo, é aconselhado a mudar de nome.

Um cara chama ele de Dadinho e ele diz:   " Dadinho é o @#&¨%@, meu nome agora é Zé Pequeno".

Pois é lotérico, teu nome agora é Zé Pequeno.

Após uma semana levando pancada em toda mídia por causa do lamentável caso do bolão de NH, principalmente da Rede Globo, onde somente a Caixa e envolvidos foram ouvidos, você passou da noite para o dia de empresário honesto e confiável para a condição de bandido.

Nossa relação com os clientes ficou abalada. Todos olham para nós como se fossemos bandidos que por décadas venderam o bolão proibido pela Caixa. Enganamos a todos por muitos anos para enriquecer as custas de tramóias, como ensinuado por um matemático em matéria no Jornal Nacional.

Somente a versão da Caixa chegou à opinião pública. A versão que bolão era proibido e que os lotéricos foram notificados sobre isto.  Notificados em termos, pois até hoje muitos lotéricos nunca viram a cor deste documento.

Porém o mais grave, e que a sociedade ainda não sabe, é que a autorização tácita para a venda dos bolões consta do estudo do IPEA, contratado pela Caixa em 2008, onde a receita com bolões está lá.

Durante a Mega da Virada, enquanto quase todo o Brasil entrava em lotéricas e clientes compravam os bolões proibidos, ou ouviam pelo menos falar neles, só os executivos e funcionários da Caixa não sabiam de nada. Vai ver, nenhum deles apostou na Mega da Virada ou os consultores de campo não visitaram as lotéricas neste período para dar apoio aos lotéricos.

A perda de receita com bolões será uma tragédia para Rede Lotérica e penso que poucos resistiram a isto, mas o pior, é o sentimento horroroso de sermos acusados de desonestos.

Enquanto o circo pegava fogo na semana passada, os nossos Sindicatos e nossa Federação (Febralot) dormiam em berço esplêndido.

Somente após uma semana do nosso terremoto, acontecerão reuniões com a classe lotérica. E a Febralot que não convocou uma reunião de emergência com os presidentes de Sindicato pra tratar do assunto !!!

Faltou velocidade de ação. Esperaram a poeira abaixar e perderam a oportunidade de manisfestar para a mídia, de forma contundente e com as devidas provas, a versão da classe lotérica, aquela que eles tem o dever de ouvir e representar.

Acorda Zé Pequeno e luta pelo teu negócio !!!

Cobra o teu Sindicato,  manifesta a tua palavra e  participa destas reuniões, senão você vai acabar igual ao Zé Pequeno do filme; "morto" num canto qualquer.



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz às 00h18
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Autor: Dep. Beto Mansur - PP / SP

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Caro Lotérico(a)

Está tramitando na Câmara de Deputados em Brasília um importante Projeto de Lei de autoria do Deputado Federal Beto Mansur que é de vital importância para toda classe lotérica.

Pedimos aos colegas que acessem os links acima para tomar conhecimento e acompanhar o PL

Mantenha-se atualizado sobre o assunto, participe e colabore nesta ação que poderá significar dias melhores para o seu negócio e família.

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