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Frase da semana

"Controle o seu destino ou alguém controlará."
(Jack Welch, ex-CEO da GE)




Leia a resposta da Caixa ao ofício da Febralot e Fenal

 

 

Para o bom entendimento da matéria leia antes o ofício das Federações (Clique aqui)

 

  

Gerência Nacional Canais Físicos Parceiros

SBS Quadra 4 - Lotes 3/4 - 5º andar

70.092-900 - Brasília - DF

 

Ofício nº 052/2008/GEARP

 

A

FENAL/FEBRALOT

 

 

Assunto:  Acerto Prestação de Contas - Migração Tecnológica do Canal Lotérico – junho/de 2005 a agosto/2006

 

 

Prezados Senhores,

 

1.         Em atenção à correspondência dessa federação, recebido em 24/11/2008, que trata dos acertos contábeis relativos aos débitos que não foram efetivados na conta 043, relativos à prestação de contas de junho de 2005 a fevereiro de 2006, tecemos algumas considerações.

1.1       Como é de conhecimento de todos os empresários lotéricos, a rotina de prestação de contas dos valores arrecadados com a venda das Loterias Federais consiste no depósito, por parte da Unidade Lotérica, na conta de operação 043, dos valores informados no relatório Cobrança Diária - Loterias, emitido pelo TFL no primeiro dia útil posterior ao encerramento da venda do respectivo concurso.

1.2       Dessa maneira, pelas instruções regulamentares que as Unidades Lotéricas estão sujeitas, todos os valores que serão debitados em 28/11/2008 devem estar disponíveis para movimentação pela CAIXA, desde a data prevista para o débito (primeiro dia útil posterior ao encerramento da venda do respectivo concurso), sob pena de descumprimento das obrigações contratuais.

1.3            Destaca-se que a conta operação 043 é exclusiva para receber os depósitos da prestação de contas, cabendo à CAIXA efetuar os lançamentos a débito pelos valores arrecadados e a crédito pelos valores pagos pelas Unidades Lotéricas.

1.4       A conferência dos lançamentos efetuados pela CAIXA na conta 043 pode e deve ser realizada diariamente pelo empresário lotérico com base no Relatório Cobrança Diária – Loterias, emitido diariamente pelo TFL, de forma a acompanhar eventuais pendências contábeis, como de fato ocorreu no presente caso e que era do amplo conhecimento dos empresários lotéricos há longa data que a CAIXA estava reprocessando todos os movimentos visando ditos acertos contábeis.

1.5       O fato de a CAIXA não ter efetuado alguns débitos na conta 043 durante a migração tecnológica e logística da rede lotérica não justifica a falta de prestação de contas pelos lotéricos, uma vez que os valores depositados naquela conta pertencem à CAIXA e ao Governo Federal.

1.6            Esclarecemos que as Unidades Lotéricas envolvidas estão sendo devidamente informadas com antecedência, por meio de oficio contendo as datas de referência e valores que serão debitados no dia 28/11/2008, para fins de conferência com os valores que estavam pendentes de contabilização. Caso seja constatada alguma divergência, o empresário lotérico pode contestar aqueles valores junto à sua agencia de vinculação, munido dos documentos comprobatórios, para fins dos acertos pertinentes.

1.7       Cabe esclarecer que a CAIXA não está “cobrando importâncias elevadas dos empresários lotéricos, impossíveis de serem pagas”, conforme mencionado na correspondência recebida dessas federações, mas tão somente informando os acertos contábeis que serão realizados no dia 28/11/08, referente a valores que devem estar depositados nas contas 043.

1.7.1     Vale destacar que eventual falta de saldo na conta 043 para os referidos acertos contábeis somente ocorrerá caso a Unidade Lotérica não tenha depositado na data prevista originalmente os valores devidos à CAIXA, situação que caracterizaria descumprimento de suas obrigações contratuais.

1.8            Conforme já informado anteriormente, os acertos contábeis referentes aos prêmios pagos pelas Unidades Lotéricas foram realizados nas datas a seguir relacionadas, mediante lançamentos a crédito nas respectivas contas da operação 043: 

 

 

1.9       O controle das operações de loterias federais e pagamento de prêmios são feitos pela CAIXA e também devem ser feitos pelos empresários lotéricos, na qualidade de proprietários das empresas e responsáveis pelos respectivos registros contábeis e tributos. Assim, nos parece relativamente fácil conferir se os valores que ora são objeto dos acertos contábeis da CAIXA estão corretos, pois, além do Relatório Cobrança Diária – Loterias, basta verificar na contabilidade da Unidade Lotérica os valores pagos a titulo de ISS, cujo tributo incide sobre a comissão pela venda das loterias federais, a partir da qual é possível calcular o valor da venda.

1.10            Lembramos que a CAIXA envidou todos os esforços para que a complexa migração tecnológica e logística não prejudicasse os empresários lotéricos, inclusive tendo efetuado ressarcimento financeiro para assegurar a receita média mensal durante o período da migração.

1.11      O acerto contábil que está sendo concluído após mais de 2 anos não é baseado em documentos unilaterais como consta do referido oficio, já que as Unidades Lotéricas emitem diariamente e devem manter arquivados como documentos contábeis os relatórios emitidos pelos TFL, bem como os extratos da conta 043, os quais fornecem todas as informações necessárias ao devido controle e acompanhamento.

1.12            Avaliamos como equivocada a utilização de um oficio enviado pela CAIXA em agosto de 2006 com orientações relativas ao prazo de 90 dias para arquivamento de documentos, como tentativa de justificar que as Unidades Lotéricas não possuem mais em arquivo os relatórios dos TFL, pois o mesmo se referia exclusivamente aos documentos de arrecadação de convênios e não aos Relatórios de Cobrança Diária – Loterias que são de arquivo permanente, por se constituírem em documentos contábeis da empresa.

 

continua ...



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 15h12
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continuação ...

 

1.13      Assim, não há que se falar em injustiça nem afronta a lei e a Constituição e muito menos que a CAIXA está impondo um ônus indevido às Unidades Lotéricas.

1.14      Vale destacar que o reflexo da mudança dos equipamentos promovida naquela complexa migração tecnológica proporcionou ganhos consideráveis aos empresários lotéricos, pois os novos equipamentos são modernos e com maior desempenho, além da maior quantidade disponibilizada pela CAIXA, atendendo reivindicações históricas dos empresários lotéricos.

1.14.1   Vários recordes de transações e de arrecadação das loterias federais foram atingidos graças ao excelente desempenho dos novos terminais. O total de transações realizadas pela rede lotérica saltou de 3,1 bilhões em 2006 para 3,8 bilhões em 2007 e projeta mais de 4,1 bilhões de transações para 2008.

1.15      Quanto a alegação de que não estão sendo considerados casos em que houve a compra e venda da Casa Lotérica, com a participação direta da CAIXA na transação, cabe esclarecer que tal transação não existe. É admitida apenas a alteração contratual, com a entrada e saída de sócios, sem qualquer alteração no CNPJ detentor da permissão e sem nenhuma garantia da CAIXA quanto a inexistência de débitos pretéritos da empresa. Assim, está completamente equivocada e infundada tal afirmação.

1.16      Outro equivoco que consideramos diz respeito ao apelo ao estudo do IPEA e sobre o aumento das despesas no corrente mês em razão do pagamento do 13º salário dos empregados para solicitar razoável igualdade de tratamento às partes contratantes. Repetimos que a CAIXA está promovendo tão somente acertos contábeis sem qualquer cobrança dos empresários lotéricos. Ditos acertos nada têm a ver com as despesas das Unidades Lotéricas, pois se referem unicamente aos valores da venda das loterias federais que pertencem à CAIXA e que devem estar disponíveis nas contas 043 por força de dispositivo contratual desde a data prevista para o depósito dos valores devidos na respectiva prestação de contas.

1.17      Pelo exposto é equivocado alegar de que a CAIXA será beneficiada por ato que deu causa. Tampouco está cobrando juros, correção ou multa. Não há que se falar em responsabilizar a CAIXA por eventual pagamento de tributos e encargos que venha a incidir sobre a diferença apurada, uma vez que os tributos incidentes sobre a comissão pela venda das loterias federais são calculados e recolhidos pelo empresário lotérico, exceto nos municípios em que a CAIXA é substituta tributária. Como já esclarecido, trata-se tão somente de acerto contábil interno da CAIXA que é registrado a débito nas contas 043. A comunicação enviada às Unidades Lotéricas envolvidas serve apenas para conferência e acompanhamento dos lançamentos contábeis que são realizados pela CAIXA. O depósito dos valores na conta 043 relativos à prestação de contas deve ter sido feito na época devida e lá mantido, pois pertencem à CAIXA, que tem que prestar contas ao Governo Federal, como gestora das Loterias Federais. Tais valores devem estar disponíveis nas contas 043, pois do contrário caracteriza a não prestação de contas e o conseqüente descumprimento do contrato firmado entre as partes, CAIXA e Empresários Lotéricos.

2          Pelos motivos expostos nos vemos impedidos de atender os pleitos requeridos por essas valorosas entidades, destacando, no entanto, que a CAIXA disponibilizou linha de crédito especial aos empresários lotéricos envolvidos no referido acerto contábil e que porventura apresentarem dificuldades financeiras.

 

Atenciosamente,

 

ANTONIO CARLOS BARASUOL

Gerente Nacional

GN Canais Físicos Parceiros

 

Comentários do blog

 

Definitivamente a relação Caixa / Rede Lotérica azedou e apodreceu.

 

A cada resposta absurda da Caixa constatamos que a Rede Lotérica é simplesmente um fantoche nas mãos dos executivos do banco e que “parceria” é uma mera palavra sem sentido.

 

Estes executivos se valem da Circular nº 342 e da omissão das autoridades do Governo Federal, que tudo assistem e são coniventes com estas barbaridades, para cometerem abusos impensáveis e ilegais para garantir o lucro do banco e seus empregos.

 

Uma “parceria” que é uma farsa, onde um ganha muito e outros perdem sempre.

 

Lendo o texto atentamente vemos que não existe lógica, coerência e bom senso nos comentários da Caixa, senão vejamos:

 

1 – O direito constitucional de defesa dos lotéricos(as) foi convenientemente esquecido.

 

2 –  Esqueceram-se do caos criado por época da migração do sistema Gtech para sistema Caixa, fruto de um planejamento desastroso e amador, que substituiu TODOS os terminais da Getch por teminais TFL em muitas lotéricas, sem qualquer garantia de que o sistema iria funcionar sem falhas graves.

 

3 – Esqueceram-se do sofrimento de lotéricos(as) que se desesperaram e adoeceram por verem suas lotéricas paradas dia após dia.  Outros venderam seus negócios por não suportarem tanta pressão, mas a Caixa responde em seu ofício:

 

“ 1.10            Lembramos que a CAIXA envidou todos os esforços para que a complexa migração tecnológica e logística não prejudicasse os empresários lotéricos ... “

 

4 – Esquereceram-se  que a tragédia não foi maior, pois vários Sindicatos nacionais entraram com liminares na Justiça para garantir que os terminais da Gtech fossem substiuídos parcialmente durante a migração tecnológica.

 

5 – Esqueceram-se que o caos da migração do sistema foi assunto amplamente divulgado na mídia e da humilhação sofrida pelos lotéricos(as) pela revolta dos clientes que não conseguiam fazer suas apostas e pagar suas contas.

 

Enfim, esqueceram-se de tudo que não pudesse comprometer a gestão deficiente e desastrosa que a Caixa mantem com a Rede Lotérica.

 

Não ouvi e nem li nenhum comentário de lotérico(a), onde não afirmassem que estão dispostos a pagar o que for devido, mas gostariam de confrontar dados e informações dos débitos para concluirem se estão corretos ou não, e desejam um prazo adequado para o pagamento, que esteja dentro da capacidade de seus debilitados negócios.

 

Como solução a Caixa propõe uma linha de empréstimo, garantindo-se primeiro na execução dos débitos, e depois aceitando a contestação dos lotéricos(as).  Atiram primeiro e perguntam depois.

 

Será que o ressarcimento pago pela Caixa aos lotéricos cobriu todos os prejuízos e danos morais causados pela migração do sistema ?

 

Será que o ressarcimento pago pela Caixa aos lotéricos cobriu os danos de imagem da Rede Lotérica ?

 

Será que os prejuízos sofridos pelo Governo Federal, que teve na época redução na arrecadação das Loterias,  impactando diretamente em seus programas sociais, será um dia ressarcido por esta aventura tecnológica destrambelhada  ?

 

Será que não cabe uma ação dos Sindicatos e Federações na Justiça para ressarcir os lotéricos(as) por danos morais e de imagem de seu negócios ?

 

Definitivamente, diante de uma resposta como esta, e outras mais, só nos resta o caminho da Justiça e do Legislativo.  A vitória parcial na Justiça já foi conseguida pela Febralot.

 

A vitória no Legislativo depende agora do apoio incondicional de todos Sindicatos nacionais e Federações ao projeto do Deputato Beto Mansur (PL 4280/2008).  Cabe também o apoio de todos os lotéricos(as) do Brasil a esta luta.

 

Chegou a hora dos lotéricos(as) sairem de trás do balcão ou de seus escritórios para lutarem pela abolição de nossa escravidão, não aceitando mais esta condição de assédio moral e prejuízo sistemático de nossos negócios imposta pela Caixa.



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 14h56
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Caixa anuncia licitações para mais de mil lotéricas

 

A Caixa Econômica Federal anunciou que, a partir de 15 de dezembro, lançará os editais para as licitações regionais de mais mil cento e uma lotéricas, em mil e sessenta e um municípios, a maioria delas em cidades desassistidas.

Em 2008, a CAIXA já realizou licitações para outras mil quatrocentos lotéricas, em todo o Brasil, como parte de um programa para ampliar e aprimorar o atendimento à população.

Dessas unidades licitadas, já foram inauguradas vinte e três lotéricas entre os estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A expectativa da CAIXA é inaugurar mais cento e cinqüenta unidades em dezembro e outras cento e cinqüenta já no início do ano que vem, em todo o país.

 

Leia mais sobre o assunto em:  BV News



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 22h30
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Leia na íntegra o despacho sobre mandado de segurança contra a Caixa

 

 

PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL DE 1ª INSTÂNCIA

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

Autos nº 2008.34.00.037967-9 – Decisão

 

 

DECISÃO Nº      /2008-B              

 

PROCESSO Nº   : 2008.34.00.037967-9

CLASSE                       : 2200 – MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO

IMPETRANTE               : FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS LOTÉRICAS - FEBRALOT

IMPETRADO    : VICE-PRESIDENTE DE ATENDIMENTO DA ECONÔMICA FEDERAL

 

 

 

                        Trata-se de mandado de segurança com pedido de liminar, impetrado por FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS LOTÉRICAS - FEBRALOT contra ato do VICE-PRESIDENTE DE ATENDIMENTO DA ECONÔMICA FEDERAL, pretendendo obter provimento jurisdicional para determinar ao Impetrado que se abstenha de praticar o ato de efetuar qualquer acerto da prestação de contas – débitos nas contas das representadas do Impetrante, referentes às vendas das loterias federais e dos prêmios pagos no período de 27 de junho de 2005 a 18 de agosto de 2008, até que seja dado prazo razoável para defesa dos representados da Impetrante, com devido acesso a todos os documentos utilizados pela Impetrada para suposta apuração de débito, ou alternativamente, para suspender qualquer cobrança por parte do Impetrado, em relação às prestações de contas objeto da ação, até o julgamento e trânsito em julgado do mandado de segurança.

 

Narra que foi recebeu comunicação da autoridade impetrada, via ofício, para cobrar diferenças de valores apurados pela Caixa Econômica Federal no período de 27 de junho de 2005 a 18 de agosto de 2008, decorrentes de substituição do sistema das máquinas, sem oportunidade de contraditório e ampla defesa.

 

Documentos acompanham a inicial (fls. 09/76).

 

Custas à fl. 77.

 

Vieram os autos conclusos.

 

É o breve relatório.

 

DECIDO.

 

Sabe-se que o pedido de liminar em mandado de segurança depende da configuração dos requisitos do art. 7º, II, da Lei 1.533/51, ou seja, a relevância da impetração e risco de ineficácia da medida caso deferida.

 

Inicialmente, verifico a presença dos requisitos autorizadores da concessão da medida liminar.

 

O periculum in mora (risco de ineficácia), na espécie, resta cristalinamente configurado, tendo em vista os prejuízos que as empresas sofrerão com a efetivação do acerto. Corre risco o exercício de suas atividades.

 

No que tange ao fumus boni juris (relevância da impetração), ao menos nesse exame preliminar, percebo que a autora não foi intimada para apresentar defesa, tampouco teve acesso aos critérios de cálculo ou documentos que ensejaram os montantes supostamente devidos.

 

Tal constatação é extraída dos autos, conforme ofícios juntados exemplificativamente (fls. 42/45).

 

É razoável concluir que a Administração Pública não deve de maneira unilateral cobrar supostos débitos, sem antes assegurar o exercício da ampla defesa e do contraditório.

 

O Estado Democrático de Direito consolidado pela Constituição Federal impõe uma mudança de paradigma e à Administração Pública que respeite em seus atos os direitos fundamentais.

 

A Constituição Federal ao elencar como direitos fundamentais, o devido processo legal e seus corolários (contraditório e ampla defesa), mesmo em processos administrativos ordena que a Administração Pública afaste de seus atos o autoritarismo e aja sempre democraticamente.

 

continua ... 



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 21h08
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continuação ...

 

O art. 2º, da Lei 9.784, de 29 de janeiro de 1999 define os princípios gerais do processo administrativo. Eles devem pautar a atuação da Administração durante toda a marcha processual.

Art. 2o A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência.

Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:

I - atuação conforme a lei e o Direito;

II - atendimento a fins de interesse geral, vedada a renúncia total ou parcial de poderes ou competências, salvo autorização em lei;

III - objetividade no atendimento do interesse público, vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades;

IV - atuação segundo padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé;

V - divulgação oficial dos atos administrativos, ressalvadas as hipóteses de sigilo previstas na Constituição;

VI - adequação entre meios e fins, vedada a imposição de obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público;

VII - indicação dos pressupostos de fato e de direito que determinarem a decisão;

VIII – observância das formalidades essenciais à garantia dos direitos dos administrados;

IX - adoção de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança e respeito aos direitos dos administrados;

X - garantia dos direitos à comunicação, à apresentação de alegações finais, à produção de provas e à interposição de recursos, nos processos de que possam resultar sanções e nas situações de litígio;

XI - proibição de cobrança de despesas processuais, ressalvadas as previstas em lei;

XII - impulsão, de ofício, do processo administrativo, sem prejuízo da atuação dos interessados;

XIII - interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

 

O procedimento adotado não se coaduna com o devido processo legal, porquanto tolhe direitos subjetivos sem oportunidade das garantias processuais.

 

É possível a aplicação do enunciado de Súmula Vinculante nº 03 do Supremo Tribunal Federal, de sorte que, sem considerar os demais argumentos, tendo em vista a provisoriedade da análise, é plausível que haja vício insanável no atacado ato administrativo, a merecer intervenção judicial.

 

Razoável, portanto, ao menos nesse exame preliminar, manter o status quo até ulterior decisão.

 

Ante o exposto, DEFIRO A LIMINAR PARA SUSPENDER QUALQUER COBRANÇA POR PARTE DO IMPETRADO, EM RELAÇÃO ÀS PRESTAÇÕES DE CONTAS DECORRENTES DO ACERTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS – DÉBITOS NAS CONTAS DAS REPRESENTADAS DA IMPETRANTE, REFERENTES ÀS VENDAS DAS LOTERIAS FEDERAIS E DOS PRÊMIOS PAGOS NO PERÍODO DE 27 DE JUNHO DE 2005 A 18 DE AGOSTO DE 2008, ATÉ QUE SEJA GARANTIDO O CONTRADITÓRIO E AMPLA DEFESA OU ULTERIOR DELIBERAÇÃO DO JUÍZO.

 

Intimar para imediato cumprimento. No mesmo mandado notificar para prestar informações.

 

Publicar.

 

Depois, ao Ministério Público.

 

Brasília, 27 de novembro de 2008.

 

 

PABLO ZUNIGA DOURADO

Juiz Federal Substituto na titularidade da 3ª Vara.



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 21h08
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Proposta autoriza casa lotérica a fazer contratos com outros bancos

 

 

 

 

A Câmara analisa o Projeto de Lei 4280/08, de autoria do deputado Beto Mansur (PP-SP), que acaba com a exclusividade da Caixa Econômica Federal (CEF) nos contratos de correspondentes bancários com as casas lotéricas. Pela proposta, esses estabelecimentos poderão firmar contratos com outras instituições financeiras, sem prejuízo da permissão de serviços lotéricos outorgada pela CEF. Atualmente, os contratos de serviços bancários e de serviços lotéricos são casados, mas o projeto acaba com essa prática.

 

De acordo com o deputado Beto Mansur, o projeto estabelece diretrizes e critérios para assegurar a liberdade de iniciativa e de exercício profissional, condições operacionais satisfatórias e remuneração condigna e atrativa às casas lotéricas. "As lotéricas já estão consagradas junto à população como alternativas idôneas e ágeis para pagamento de contas, além da aquisição de bilhetes e realização de apostas. As novas regras previstas no projeto serão um incentivo à atividade empresarial por elas desenvolvidas", afirmou.

O projeto prevê que a permissão de serviços lotéricos será de dez anos, com renovação automática por idêntico período. De acordo com o texto, a remuneração do lotérico será de, no mínimo, 11% do valor bruto cobrado em cada aposta. Atualmente, o lotérico é remunerado em 9% pelas loterias de prognósticos (descontado o adicional de 4,5% previsto na Lei 9.615/98).

O projeto também define regras mínimas para a remuneração do lotérico quando no exercício de atividades de correspondente bancário. A CEF e os demais bancos serão responsáveis por todas as operações bancárias e encargos relativos ao recolhimento, acondicionamento, transporte e segurança da movimentação de valores e documentos, a partir da entrega pela casa lotérica. Essas instituições financeiras também deverão garantir às casas lotéricas seguros de vida, contra roubo, furto, incêndio e danos materiais e morais a terceiros.

Tramitação


O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: - PL-4280/2008

 

Fonte: Agência Câmara  -  Geórgia Moraes



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 13h30
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Justiça barra Caixa de cobrar Lotéricos sem especificar os valores

 

 

EMPRESÁRIOS (AS) LOTÉRICOS (AS) DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

IMPORTANTE!

 

APÓS VÁRIAS GESTÕES ADMINISTRATIVAS DA FEBRALOT E DOS SINDICATOS NACIONAIS JUNTO À CAIXA ECONOMICA FEDERAL NO SENTIDO DE IMPEDIR QUE A MESMA REALIZASSE OS DÉBITOS DAS DIFERENÇAS DA ÉPOCA DA INTERNALIZAÇÃO, NA CONTA DO EMPRESARIO LOTÉRICO, SEM QUE ESTE PUDESSE ANTES COMPROVAR SE ERAM DEVIDOS, A FEBRALOT ENTENDEU POR BEM, JÁ QUE A CAIXA NÃO ACATOU NOSSO PLEITO, PARA RESGUARDAR OS DIREITOS DE SEUS REPRESENTADOS, ENTRAR NA JUSTIÇA FEDERAL COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA, NO SENTIDO DE IMPEDIR QUE A CAIXA FAÇA OS DEBITOS NA CONTA, ANTES QUE O EMPRESÁRIO COMPROVE ESTES DEBITOS.

 

TEMOS O PRAZER DE COMUNICAR QUE A JUSTIÇA FEDERAL CONCEDEU A LIMINAR, E A CAIXA SERÁ NOTIFICADA AINDA HOJE DE QUE NÃO PODERÁ REALIZAR NENHUM DEBITO NA CONTA DO EMPRESARIO LOTERICO A TITULO DE ACERTO DE DIFERENÇAS DA EPOCA DA INTERNALIZAÇÃO, ANTES QUE O EMPRESARIO LOTERICO POSSA CONFERIR OS LANÇAMENTOS E COMPROVAR SE O QUE ESTÁ SENDO COBRADO É REALMENTE DEVIDO.

 

AMANHA O DEPARTAMENTO JURIDICO DA FEBRALOT NOS DARÁ MAIORES DETALHES DO PEDIDO QUE FOI FEITO AO JUDICIÁRIO.TÃO LOGO TENHAMOS INFORMAÇÕES MAIS DETALHADAS REPASSAREMOS À REDE. PEDIMOS A TODOS QUE INFORMEM SEUS COLEGAS SOBRE O FATO.

 

DIRETORIA SINCOESP

 

 

Comentários do Blog

 

Realmente uma ótima notícia para todos os colegas lotéricos do Brasil que se viram atormentados por mais esta arbitrariedade da Caixa Econômica Federal.

 

Gostaria de parabenizar a Diretoria da Febralot por esta ação rápida e precisa em favor da Rede Lotérica brasileira.

 

Que este episódio sirva de alerta para o presidente e diretores da Federação como um sinal das verdadeiras intenções dos executivos da Caixa.

 

Enquanto os Srs. se desdobravam, esperançosos, em reuniões e reuniões, ofícios e mais ofícios, para tentar uma solução amigável e negociada com a “parceira”, para resolver os sérios problemas da Rede, estes executivos na surdina, já sabiam o que iriam fazer e não perderam tempo e aprontar mais esta ação absurda contra a classe lotérica, tentando tirar o direito de defesa do lotérico(a).

 

Espero, do fundo do meu coração, que esta vitória conseguida pela Febralot seja um indício de uma mudança de rumo e  de postura de sua Diretoria, e que realmente abandonem o caminho da incerteza, para trilhar o caminho da objetividade focada nos interesses da Rede Lotérica.

 

Parabéns !!!



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 18h57
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Reflexão

 

Pensei, pensei e pensei muito antes de escrever este texto.

 

Será que merecemos tanto sofrimento, tanta humilhação ?  Será que merecemos tanto descaso por parte das autoridades do Governo Federal e tanto assédio moral por parte dos executivos da Caixa ?

 

Será que somos assim tão incompetentes para não merecermos aquilo que é justo pelo nosso trabalho?  Será que merecemos viver num eterno sufoco econômico/financeiro e não termos um futuro promissor para os nossos negócios e para nossas famílias ?

 

Mas se existe uma crise grave na Rede Lotérica, qual será a causa raiz para não encontrarmos a solução para isto tudo ?

 

Por que a maioria dos lotéricos(as) não reage e se cala diante de uma situação tão caótica ?  Por que a maioria dos lotéricos(as) permite que dirigentes sindicais omissos e pelegos conduzam o nosso destino para o caos ?  Por que a maioria dos lotéricos(as) permite que estes dirigentes se perpetuem em seus cargos, de forma que ano após ano nada façam de positivo para os nossos negócios ?

 

Será que estão esperando a solução cair do céu ?  Será que são tão cegos que não enxergam que o futuro de nossos negócios será a falência se não nos unirmos e lutarmos ?

 

Mas por que a maioria age assim ?  Por que se omitem e aceitam tudo isto calados sem uma reação ?

 

Com quem converso só ouço queixas.  Aonde leio comentários de lotéricos(as) só vejo revolta e indignação. Mas por que não mudamos isto tudo ?  Por que não fazemos acontecer e traçamos um novo rumo para os nossos destinos ?  O que está faltando para isto acontecer ?

 

Sei que são poucos Sindicatos que lutam e estão comprometidos verdadeiramente com a causa dos lotéricos, mas e os outros Sindicatos ?  Seus dirigentes sindicais continuarão a agir da forma que fazem hoje ?  Você continuará permitindo que isto aconteça ?

 

Será que é o medo de retaliações da “parceira” que faz com que a maioria não reaja e lute ?  Será que não conseguem enxergar que mesmo não reagindo, o que recebemos da Caixa tem sido sempre o pior tratamento e descaso ?  Então pergunto, vale a pena não lutar ?

 

Concluindo, a nossa classe necessita urgentemente de um mudança de postura.  Precisamos ter a postura do empreendedor, a postura do guerreiro que não vai aceitar mais os abusos, incoerências e arbitrariedades dos outros.

 

Sem esta mudança de postura não chegaremos a lugar algum, ou melhor, chegaremos sim ao fundo do poço.

 

Boas oportunidades e ações positivas estão surgindo e merecem todo o empenho dos lotéricos(as).  São oportunidades que precisam de nossa dedicação, perseverança, trabalho duro e comprometimento incondicional com o nosso futuro.

 

Apesar de saber das dificuldades do nosso dia a dia, o trabalho do lotérico(a) não pode só se resumir a rotina.  Temos que dedicar tempo para as ações estratégicas, para a união com colegas da mesma cidade e participar dos vários fóruns na internet e reuniões nos Sindicatos.

 

São poucos os que hoje lutam, mas são guerreiros comprometidos e abnegados.  O mínimo que podemos fazer é apoiá-los ajudando da melhor maneira possível.

 

A solução definitiva virá da ação de todos.  Cada um dando a sua parte, contribuindo com o seu melhor.  Sem omissão, sem medo e cheios de garra.

 

Já pensei em desistir de tudo.  Da minha lotérica, deste blog, mas sempre uma atitude ou palavra de alguém me faz levantar e lutar.

 

É desta forma que vejo um novo empresário lotérico.  Guerreiro, participativo, companheiro e talvez doando mais do que recebendo, para alcançar um futuro mais promissor.

 

Mais uma vez, termino um texto do blog com o pensamento do escritor Mário Quintana:

 

“Deficiente é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência que é dono do seu destino.”

 

 

 

 



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz às 00h24
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Incoerências do Governo Federal

Esperança? Onde? Será que não fazemos a diferença?

 

Ao mesmo tempo em que vemos nos noticiários, o Governo Federal autorizando a Caixa a dquirir bancos e construtoras que se encontram em dificuldades financeiras, oferecendo dinheiro publico para o socorro a essas empresas, que foram as empresas que obtiveram os maiores lucros de todos os tempos, e que em virtude desse lucro absurdo, passaram a fazer negócios cada vez mais arriscados e com menos garantias, influenciados pela política financeira, e hoje se vêem numa situação difícil devido à crise global, vemos também cada dia mais distante a possibilidade deste mesmo Governo voltar os olhos a uma categoria empresarial que trabalha todos os dias, no sentido de tornar possíveis as ações sociais deste Governo, que lhe volta às costas, sempre que é procurado. Não defende, não ajuda, não dá possibilidades, não encontra soluções. Nós que reivindicamos tão somente o que entendermos ser justo, mas o que vemos é o socorro ir de encontro aos que se arriscaram na ganância de lucros cada vez maiores.

 

Em conseqüência desta indiferença e da total falta de boa vontade dos que tem o poder de tomar decisões, depois de mais um episódio de nossa luta pelo reconhecimento por parte de nossa parceira Caixa, do trabalho que é realizado, depois de ficar comprovado em enquete no site do Sincoesp, onde 77% dos votantes afirmaram que os números do estudo do IPEA seriam manipulados, a Caixa não apresenta soluções ao grave quadro que foi apurado através de vários estudos apresentados pelo Sincoesp e comprovados pelo estudo do IPEA.

 

Na ultima reunião entre a Caixa e os representes sindicais, onde o Sincoesp esteve presente, uma das propostas apresentadas pela Caixa foi à regionalização das tarifas, levando-se em conta o custo para se manter o negocio em cada região. Esta proposta o Sincoesp defende há tempos, mas é preciso que seja feito uma analise bem minuciosa a fim de que não se prejudique ninguém, com o intuito de favorecer a um ou a outro, e não se pode imaginar que esta proposta venha a diminuir tarifas de alguns estados em benefício de outros que tem seus custos de manutenção do serviço maiores, a idéia é que as tarifas sejam proporcionais ao que cada convenio paga.

 

O que a Caixa tem feito é um interminável processo de adiamento das  decisões, de apresentação de propostas que demoram a ser implantadas, sendo que muitas delas sequer saem do papel. Esse processo tem o intuito de minar nossas forças, de fazer com que percamos a vontade de lutar, esperando por soluções que nunca chegam. A Caixa na última reunião com as lideranças sindicais, pediu um prazo de 60 dias para reavaliar as atuais tarifas, onde só então poderá apresentar uma proposta de realinhamento das mesmas.

 

O estudo do IPEA foi apresentado às lideranças sindicais no último dia 30 de setembro, portanto, em reunião realizada 30 dias depois eles pedem mais 60 dias para estudar o que eles já sabem, na verdade, o que se vê reuniões após reuniões, é que a Caixa não tem ou não quer apresentar nada à Rede, em segundo lugar alegam que uma das justificativas para nossa baixa rentabilidade é a não atualização do preço das apostas.

 

Ora vejam meus amigos!!!! Isto é uma situação que o Sincoesp vem denunciando há anos e ninguém dentro da Caixa, nesta administração e nas anteriores, fez pouco ou nada para reverter este quadro. Não faltou empenho por parte do Sincoesp, e de todos os demais sindicatos representantes em seus estados, para que tanto as tarifas de jogos quanto a de serviços fossem revistas e reajustadas a um patamar sustentável.

 

Nos últimos anos não medimos esforços, para viabilizar encontros onde pudessem ser apresentados e discutidos os problemas pontuais da Rede. Também não faltou investimento em estudos, pesquisas e um sem numero de levantamentos de dados e informações que pudéssemos levar nessas várias ocasiões, não só aos executivos da Caixa, desde o presidente daquela entidade, até as gerencias das áreas de Loterias e Rede, passando por vice presidentes e superintendentes, mas também às autoridades estaduais e federais, além de deputados, senadores e até mesmo o Presidente da Republica, que por várias vezes solicitamos uma audiência, pois o mesmo recebe representantes de todos os segmentos da sociedade, mas da Rede Lotérica ele nunca recebeu , sempre transferindo para a Caixa as discussões dos nossos problemas, mas esta não encontra as soluções necessárias para os nossos problemas pontuais, precisamos de alguém que efetivamente tenha poder para nos ajudar.

 

Todas as gestões que fizemos, os encontros nacionais, as manifestações públicas, que tinham a intenção de sensibilizar os executivos da Caixa e chamar a atenção da sociedade para verdadeira e difícil condição de equilíbrio econômico e financeiro do empresário lotérico, infelizmente, quer parecer, que de nada adiantaram. Por tudo que foi feito, por mais que tenhamos conseguido provar que temos razão, nem as autoridades, nem os executivos da Caixa, acordam para a realidade de que também precisamos de socorro.

 

Não bastasse termos o aval da imensa população de desbancarizados e carentes de todo este país, que sem o serviço que prestamos a preço de trabalho escravo, não teriam acesso a muitos benefícios, não bastasse isso, no mínimo era de se esperar socorro, necessário e não paternalista, daquela que se diz nossa parceira.

 

O que nos falta para merecermos este socorro? O que falta ser feito para que se convençam da necessidade, da premência de ajuda a esta Rede? Estamos a cada dia que passa, com menos respostas. Mas o Sincoesp, não muda seu discurso, não vai desistir, de procurar ajuda, de procurar caminhos, de procurar soluções.

 

Onde quer que se acenda uma chama, onde quer que se vislumbre uma luz, para lá rumaremos à procura do reconhecimento do nosso trabalho, com condições dignas, com segurança, com tarifas justas e rentabilidade compatível com o serviço que prestamos.

 

Fonte:  Editorial - Jornal do Sincoesp – Ed. Out/2008



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 19h10
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Caixa não responde ao ofício do Sincoesp

 

 

São Paulo , 25 de Novembro de 2008

 

GEARP

 

Sr. Antonio Carlos Barasuol

Gerente Nacional

 

No ultimo dia 19 de novembro, encaminhamos à V.S., solicitação para que fosse adotado o procedimento de informar ao empresario loterico quais os valores e suas referencias ,  antes que se fizesse os debitos na conta , quanto às diferenças da epoca da internalização do sistema , bem como pedido conjunto de que fosse dado um prazo para que o mesmo possa providenciar recursos para cobrir estes debitos.

 

Até esta data não recebemos resposta à nossa solicitação, e muitos empresários tem nos procurado , pois as agencias de relacionamento já avisaram sobre as datas de debitos , e voltamos a salientar é necessario que a Caixa informe ao empresario quais os debitos e a que se referem, para que ele possa confrontar com seus documentos, evitando que se pairem duvidas quanto a estes debitos.

 

Porquanto, é importante  que esta gerencia nos encaminhe  o mais urgente possivel a resposta a nossa solicitação .

 

Luiz Carlos Peralta

Presidente

 

 

Leia o primeiro ofício do Sincoesp

 

 

São Paulo, 19 de Novembro de 2008

 

Sr. Antonio Carlos Barasuol

Gerente Nacional

 

C/C  

 

Sr. Carlos Borges

Vice Presidente Rede Atendimento

 

Prezado Senhor,

 

Tem chegado ao nosso conhecimento , a informação de que no final deste mês será feito o debito na conta do empresario loterico referente aos debitos não efetuados durante o processo de internalização do sistema . 

 

Entendemos que é um direito da Caixa cobrar debitos não efetuados , no entanto,  é importante salientar que antes do  debito ser feito, é preciso que  o empresario seja informado da data que deveria ter sido debitado , os valores e os concursos  referentes a este débito , para que o loterico possa confrontar as informações com os documentos de seu movimento de caixa , pois na época da transição haviam muitos problemas no sistema , portanto,  voltamos a salientar que é importante que o empresario loterico , possa efetuar a conferencia a fim de que não pairem duvidas quanto a legitimidade da cobrança .  

 

È necessário também , que o empresario tenha um prazo de no minimo 30 dias , para a efetivação do debito em conta , visto que o mesmo precisa de um tempo hábil para a verificação de todos esses dados , com levantamento de extratros da epoca junto a sua agencia de relacionamento e este procedimento é um tanto moroso, além do que muitas unidades lotericas foram comercializadas neste periodo , e seus novos proprietários , não tinham conhecimento destas despesas e serão surpreendidos com este custo extra e  inesperado   . 

 

Não podemos deixar de solicitar também a possibilidade de que , em casos extremos de valores elevados , seja estudada a prerrogativa de parcelamento dos debitos tendo em vista que muitos dos valores que serão debitados, importam em quantias bastante elevadas , e  o empresario loterico certamente não terá recursos disponiveis de imediato .    

 

Esperando ter nosso pleito atendido, aguardamos um breve retorno .

 

Nossos respeitos ,

 

Luiz Carlos Peralta

Presidente

 



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 20h48
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Débitos da época da "internalização" são assunto de ofício da Febralot e Fenal

 

 

Ilmo. Sr.

Carlos Borges

Vice-Presidente da Caixa Econômica Federal

 

Ref.: OFÍCIO – COBRANÇA DAS LOTÉRICAS DE ACERTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE JUNHO DE 2005 A AGOSTO DE 2006.

 

Senhor Vice Presidente,

 

A FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS LOTÉRICAS - FEBRALOT e a FEDERAÇÃO NACIONAL DOS EMPRESÁRIOS LOTÉRICOS - FENAL, neste ato representando os interesses de todas as empresas e empresários do segmento econômico de loterias e produtos assemelhados, vêm à presença de V. Sa., expor e solicitar o quanto segue.

 

As loterias das mais diversas regiões do País solicitaram assistência de suas entidades de classe, demonstrando que estão recebendo Ofícios da CAIXA, cobrando importâncias elevadas, impossíveis de serem pagas, ditas oriundas do período da migração tecnológica de máquinas (GETEC) para máquinas (TFL), realizada pela CAIXA entre 27 de junho de 2005 a   18 de agosto de 2006.

 

O que se afirma é que teria sido constatada a existência de lançamentos nas contas das Unidades Lotéricas que não foram efetivados, gerando pendências.

 

Segundo consta, as pendências seriam decorrentes da não efetivação dos débitos nas contas das Unidades Lotéricas justamente de valores relativos às vendas das loterias federais e da não efetivação dos créditos dos prêmios pagos durante o período confuso da implantação do novo sistema, em que tanta apreensão, dificuldade e equívocos aconteceram.

 

Ocorre que se vê nessas cobranças que se trata de prestação de contas feitas pela CAIXA, sem ouvir ou dar oportunidade de acesso ou manifestação aos lotéricos, e que já determina incisivamente que o valor deve ser pago pela Loteria, apurado somente pela CAIXA, no período compreendido entre 27 de junho de 2005 a 18 de agosto de 2006, e inclusive tendo sido marcada a data para o acerto desse pagamento para 28 de novembro de 2008 (sexta-feira).

 

Só que o recebimento dos comunicados enviados pela CAIXA vem sendo somente na última quinzena de 18 de novembro de 2008, restando cerca de apenas 10 (dez) dias para que cada Loteria possa tomar conhecimento da existência de eventual débito, verificar em cada empresa se há ou não provas da existência de débito, fazer a devida apuração de eventual valor, e verificar se possui condições financeiras ou não de arcar no momento com o pagamento valor cobrado.

 

E os valores são altos, incompatíveis com as disponibilidades das microempresas que atuam no setor.

 

Assim, Senhor Vice-Presidente, é pedida permissão para apresentar a Vossa Senhoria as seguintes ponderações:

 

a) todo o controle das operações de loterias federais e pagamento de prêmios são feitos pela CAIXA, e a troca das máquinas decorreu por sua opção e determinação, e inclusive sem que fosse respeitado um prazo razoável para a sua devida migração e superação das várias dificuldades operacionais à época muito enfatizadas perante a CAIXA pelas entidades signatárias;

 

b) à época foi alertado sobre a possibilidade da mudança causar prejuízos às Loterias, inclusive, mediante o ajuizamento de ações judiciais, mas a manifestação da CAIXA foi no sentido de que os eventuais prejuízos com aquela nova tecnologia seriam reparados, e isso por escrito, e por isso não seria necessária a concessão de medida liminar para suspender a troca dos equipamentos, como alegado pelas entidades, de forma desorganizada e sem programação prévia para a implantação das mudanças como ocorreu;

 

c) ainda, que a notificação para o acerto de eventuais diferenças está ocorrendo após mais de dois anos, e que essa está sendo baseada em documentos unilaterais, quais sejam relatórios de sistema de gestão, boletins, que são feitos exclusivamente pela CAIXA, sem que as Loterias tenham qualquer tipo de acesso e que foram objeto de enorme justa celeuma;

 

d) em 04 de agosto de 2006, a CAIXA enviou o Ofício n° 400/2006/Superintendência Regional orientando as normas a serem seguidas com relação à prestação de contas e arquivamento de documentos, tendo ela feito constar expressamente que: 2.1 o prazo de arquivamento passará a ser de 90 (noventa) dias na Unidade Lotérica; 4.1 O prazo de arquivamento passa a ser de 90 (noventa) dias na Unidade Lotérica. E, no mesmo Ofício n° 400/2009/Superintendência Regional no item “8” assim foi expressamente previsto naquele Ofício enviado a todos: Ressaltamos que as mudanças nesta rotina estão amparadas pelos termos da Circular CAIXA 342, e é obrigação do Empresário Lotérico: 20.2 PADRÕES OPERACIONAIS – 23.2.1 A PERMISSIOÁRIA obriga-se a cumprir os procedimentos, orientações e rotinas operacionais em vigor, sejam elas referentes aos produtos comercializados ou aos serviços delegados e a acatar todas as novas e eventuais orientações operacionais e administrativas emanadas da CAIXA, as quais serão transmitidas pela CAIXA.

 

e) então, por determinação da CAIXA, as Loterias fizeram o arquivamento dos documentos exigidos na prestação de contas durante o período de transição para o Novo Modelo Logístico e Tecnológico do Canal Lotérico somente pelo prazo por esta fixado, qual seja de 90 (noventa) dias. E assim nem todas as Loterias dispõem do banco de dados informatizado, nem dos controles dos relatórios dos TFLs, pois em sua maioria não foram mantidos em arquivos, após o prazo fixado;

 

f) é injusto e contraria a lei e a Constituição, mesmo sem ter meios materiais de fazer a apuração de eventual valor devido, sem oitiva prévia, sem direito de defesa, e sem ter nenhum acesso aos meios utilizados pela CAIXA para este fim, está sendo imposto as Loterias arcar com o pagamento total de diferenças apuradas única e exclusivamente pela CAIXA de um período de mais de um ano, e que em muitos casos sequer receberam o valor ou restou em seu caixa diferenças a maior, ou seja, terão as Loterias que devolver valores que em muitos casos não receberam;

 

g) a CAIXA à época da migração admitiu haver impossibilidade técnica de ser realizado o controle das operações e pagamentos de prêmios somente pelas máquinas, solicitando fosse realizada de forma manual pelas próprias Casas Lotéricas essa apuração. E nesse período, os débitos identificados pela CAIXA referente à venda de produtos e serviços prestados, lançados na prestação de contas das Lotéricas, conforme relatórios emitidos pela mesma de cobrança diária de contas/serviços e cobrança diária de loterias, foram integralmente quitados;

 

h) a migração de um equipamento para outro por imposição da CAIXA causou enormes transtornos, conforme foi à época relatado, e que até hoje ainda há o reflexo dessa mudança, já que as Loterias enfrentam dificuldades quanto ao funcionamento adequado das máquinas novas, que saem do ar, com as transações realizadas sem emissão do comprovante, que muitas vezes demoram a processar a operação, dentre outros problemas, que causaram e causam prejuízos às Loterias;

 

i) para a cobrança pretendida, não estão sendo considerados casos em que houve a compra e venda da Casa Lotérica, com a participação direta da CAIXA na transação, que de acordo com suas normas internas não permite a transferência da propriedade sem a quitação de todos os débitos por ventura existentes, com a garantia ao comprador de que a aquisição teria ocorrido sem nenhuma pendência financeira, e agora quem adquiriu a Casa Lotérica terá que arcar com eventuais valores, sendo que já havia recebido com a garantia de inexistência de dívidas dada pela própria CAIXA.

 

h) deve ser assegurada às partes contratantes, razoável igualdade de tratamento, ainda que seja o caso de contrato de permissão.  Como também devem ser ressaltados fatos tais como os constatados pelo estudo do IPEA da grande dificuldade enfrentada pelas Loterias; que no corrente mês as despesas são muito oneradas em razão da obrigação legal de efetuar o pagamento de 13° dos empregados; e que a própria CAIXA admitiu que os prejuízos suportados pelas Loterias foram superiores ao ressarcimento das perdas que foram por ela apuradas.

           

Registra-se que toda a exposição acima está consubstanciada na lei que não permite que a parte contratante seja beneficiada por ato que a mesma deu causa, inclusive quanto à aplicação de juros, correção, ou multa, que deverá ser arcado pela CAIXA e não pelas Loterias, já que somente após mais de dois anos veio a apresentar o resultado da apuração feita única e exclusivamente pela mesma. Assim como também deverá a CAIXA ser responsabilizada por eventual pagamento de tributos, multas, juros, e correções, relativos aos mesmos, que venham a incidir sobre a diferença apurada.

 

continua ...



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Escrito por Luiz às 19h34
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continuação ...

 

DIANTE DE TODO O EXPOSTO, a FEBRALOT e a FENAL vêm, por meio do presente, por todos os motivos acima, requerer o seguinte:

 

1) seja respeitada a Lei e a Constituição Federal e suspensa de imediato a determinação de pagamento de todos e, assim, seja concedido prazo a apresentação de defesa, assegurando que as Casas Lotéricas tenham acesso aos dados, documentos, registros, ou outros meios, que foram utilizados pela CAIXA para fins de apuração dos débitos, cuja existência é alegada e prazo para fazerem a sua devida apuração de eventuais valores/débitos;

 

3) seja concedido prazo para as Casas Lotéricas possam apresentar provas por ventura existentes, que possam contribuir com o esclarecimento do período apurado, em suas respectivas defesas;

 

4) Em caso de constatação da existência de débito, que seja concedido o mesmo prazo utilizado pela CAIXA para a apuração da dívida, qual seja, de 27 (vinte e sete) meses, às Loterias para efetuar o pagamento da dívida;

 

5) Em caso de comprovação da existência do débito, que seja atribuída à CAIXA a responsabilidade e afaste-se o pagamento de juros, correção monetária, ou multa, inclusive tributos, que venham a incidir sobre a diferença apurada, em razão da demora de mais de dois anos na apuração;

 

6) seja assinado acordo escrito entre a CAIXA e as Loterias prevendo as condições para pagamento;

 

7) seja suspensa a prática de todo e qualquer ato relativo ao acerto da prestação de contas referentes à venda das loterias federais, no período de 27 de junho de 2005 a 18 de agosto de 2006, até que todas as providências ora pleiteadas sejam adotadas e concluídas e julgadas as defesas que forem apresentadas;

 

8) que haja uma resposta quanto ao que ora se pede, com a manifestação formal pela CAIXA a respeito de todo o exposto, no prazo de 48 (horas), tendo em vista que o prazo fixado para efetivar o acerto da prestação de contas é até o próximo dia 28 de novembro de 2008, sendo necessária adoção de outras medidas, caso não sejam atendidos os pleitos acima.

 

Assim, certos de poder contar com a atenção e compreensão de V. Sa. e de todos os responsáveis pela área correspondente, na forma da lei registram protestos de respeito e consideração.

 

Atenciosamente,

 

 

Aldemar B. Mascarenhas

Presidente da FENAL

 

Orseni Ferreira Machado                              

Vice-Presidente da FENAL

 

Roger Benac

Presidente da FEBRALOT

 

Ricardo Amado Costa

Vice-Presidente da FEBRALOT



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Escrito por Luiz às 19h31
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Envie e-mails para todos os Deputados da Câmara Federal

 

Segue o procedimento para que todos os colegas lotéricos enviem e-mails com suas mensagens solicitando apoio ao Projeto de Lei 4280/2008 de autoria do Dep. Federal Beto Mansur, que estabelece novas regras para relação contratual entre Casas Lotéricas e a CEF.

 

 

1º Passo

 

Acesse o endereço:  http://www2.camara.gov.br/internet/popular/falecomdeputado.html

 

 

2º Passo

 

Marque as opções existentes na página conforme a figura a seguir

 

 

 

3º Passo

 

Escreva a sua mensagem de apoio ao PL na caixa de texto (Comentários)

 

 

4º Passo

 

Em “Confirme os números”, digite os números que estão aparecendo na caixa ao lado e depois clique no botão Enviar.

 

 

OBS.:  Sua mensagem será enviada para TODOS os Deputados da Câmara Federal independente do partido político e sexo.

 

 

Apoie este trabalho e escreva a sua mensagem.

A aprovação deste PL será a solução definitiva para os graves problemas da nossa classe.

 

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Escrito por Luiz às 12h24
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Casas Lotéricas não serão mais obrigadas a servirem de Correspondentes Bancários da CEF

 

 

ATENÇÃO: PROJETO PRECISA PASSAR PELA APROVAÇÃO DA CÂMARA, DO SENADO E TAMBÉM SER SANCIONADO PELO PRESIDENTE LULA

 

Confira a matéria:

 

Brasília-DF, 12 de novembro de 2008 - As mais de dez mil casas lotéricas existentes no país não serão mais obrigadas a servirem de Correspondentes Bancários para a Caixa Econômica Federal, e os contratos de permissão serão firmados por 10 anos, renováveis automaticamente por mais dez anos.

 

Caso as lotéricas queiram continuar com os serviços de Correspondentes Bancários junto à CEF, poderão firmar contratos separados dos serviços lotéricos (atualmente, o contrato é casado), além de terem garantias de segurança e regras mínimas de lucratividade.

 

É o que prevê o Projeto de Lei n° 4.280, de 11 de novembro de 2008, do deputado federal Beto Mansur (PP/SP).

 

Pela proposta, as casas lotéricas permissionárias da Caixa, poderão também firmar contratos e convênios e comercializar produtos e serviços que não sejam concorrentes dos serviços lotéricos, sem qualquer tipo de imposição ou restrição, inclusive de venda casada. Isso permitirá às lotéricas firmar contratos de Correspondentes Bancários com outras instituições financeiras.

 

Sem prejuízo de negociações por melhores percentuais de lucros, o Projeto define regras mínimas para a remuneração do lotérico quando no exercício de atividades de Correspondente Bancário da Caixa. Quando o produto comercializado utilizar ou não o suporte de processamento de dados da CEF, o lucro mínimo dos lotéricos ficará em torno de 75%.

 

O projeto prevê ainda que a Caixa Econômica Federal passe a ser responsável por todas as operações e encargos relativos ao recolhimento, acondicionamento, transporte e segurança da movimentação de valores e documentos, a partir da entrega pelo permissionário ou correspondente, nos estabelecimentos destes; bem como garantia de seguro de vida em grupo combinado com seguro contra roubo, furto, incêndio, danos materiais e morais a terceiros, entre outros. Também a CEF ficará responsável por todos os custos de treinamento e supervisão das atividades dos permissionários de serviços lotéricos e correspondentes bancários.

 

A Caixa estima que 70% da população brasileira utilize a rede lotérica no país. De acordo com o deputado Beto Mansur, o projeto procura acrescentar diretrizes e critérios para assegurar a liberdade de iniciativa e de exercício profissional, condições operacionais satisfatórias e remuneração condigna e atrativa aos permissionários de serviços lotéricos da Caixa, inclusive na qualidade de Correspondentes Bancários desta e de outras instituições financeiras, funcionando como fator de incentivo à atividade empresarial por eles desenvolvida.

 

O PL vai tramitar na Câmara e do Senado Federal, antes de ir à sanção do Presidente da República.

 

Fonte: Informes Sincoesp

 

Visite também o site do Dep. Beto Mansur

 

 

Comentários do blog

 

Esta foi a melhor notícia que eu tive nos últimos 7 anos como empresário lotérico.  Talvez a Lei Áurea da classe de "escravos lotéricos".

 

Uma oportunidade única para os lotéricos(as) lerem e relerem a matéria e o PL com atenção e carinho, e apoiar de forma incondicional a proposta do Dep. Beto Mansur, que tem se mostrado um grande aliado da classe lotérica.

 

Escrevam e-mails para o Dep. Beto Mansur e para todos o Deputados e Senadores do Congresso Nacional pedindo apoio a este Projeto de Lei de vital importância para a sobrevivência e progresso da Rede Lotérica.

 

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Escrito por Luiz às 21h24
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Lotérico paulista comenta ofício da Caixa

 

Senhores,

 

A resposta do sr. Barasuol, não pode e nem deve em momento algum ser levada a sério, por diversas razões:

 

Ele não possui cacife algum para negociar valores, ou seja, ele é um garoto de recado da Diretoria Colegiada. O Estudo do IPEA foi feito pela CAIXA, e como não deveria ser diferente, para beneficio único da CAIXA evidentemente. As próprias explicações do sr. Barasuol também é bastante difusa pois existe uma confusão danada de valores de prognósticos e valores de correspondentes bancários que termina com se uma Permissão da CAIXA deveria fazer dos Lotéricos escravos contentes.

 

Creio que agora chegou o momento propício de aproveitarmos o descontentamento geral da Rede Lotérica para realizarmos a Campanha dos 100, que deveria ser encabeçada pela Fenal e Febralot e todos os Sindicatos deste País: 100 AUMENTO, 100 CONTAS!!

 

Ou seja, cada loja receberia somente 100 contas por dia até que a CAIXA resolva negociar. Cada lotérico deverá fiscalizar o seu vizinho e vice versa para ver se realmente ele está aderindo a Campanha e ao mesmo tempo ele não poderá ser penalizado.

 

Sem mais,

Empresário Lotérico – Jundiaí/SP

 

Fonte: Informes Sincoesp



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Escrito por Luiz às 09h19
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Outra carta de lotérico criticando a resposta da Caixa ao estudo do IPEA

 

Prezados senhores,

 

Em atenção a sua solicitação envio abaixo a minha opinião sobre a Nota da CEF referente ao estudo do IPEA assinada pelo sr. Antonio Barasuol: 

 

1. No meu modo de ver fica nítida na mesma a má vontade e/ou incompetência e a não valorização da Rede parceira.

 

2. Basta citar 2 itens entre as diversas "jóias" que o sr. Barasuol mencionou: Pró Labore e Retorno sobre o Investimento:

- Seus argumentos sobre os mesmos são fracos, inconsistentes e alguns chegam a ser inverídicos;

- É absurdo que estes 2 itens não sejam devidamente considerados por ele como requer qualquer Estudo de Viabilidade Técnico-Econômica em sua análise. Isso por si só demonstra sua falta de visão, seu despreparo e o seu desconhecimento de uma Loteria e do negócio em si.

 

3. Cabe também comentar que chega a ser chocante que a CEF e ele (propositadamente ou por ignorância ou por ambos?) confunda aumento de arrecadação com aumento de lucro real, por também não considerarem os efetivos e significativos aumentos de custos das Loterias nos últimos anos praticamente sem aumento de tarifas de serviços, bem como por eles não considerarem os riscos de nosso dia-a-dia (que também acarretam em custos além do carro-forte).

 

4. E, também, é revoltante ele querer acenar que bastaria o realinhamento dos preços das apostas - o qual sem dúvida também é necessário e, inclusive, deveria vir com o aumento do percentual do lotérico. Mas, ele coloca isso para transferir o problema uma vez que isso não depende apenas da CEF (o quê em sua gestão ele fêz "para valer" sobre isso junto aos Órgãos competentes para tal?).

 

5. E, ainda, não considerarem o restabelecimento do equilíbrio econômico- financeiro da sua Rede Parceira, é para deixar indignado a qualquer um que tenha um mínimo de conhecimento da real situação da Rede ou a qualquer pessoa que tenha algum bom senso.

 

6. Parceria:

A CEF não sabe que numa parceria procura-se o "ganha - ganha" dos envolvidos e não somente o ganho de um lado pois, com isso, acabará enfraquecendo a parceria e a própria CEF com o decorrer do tempo? Ainda que haja um contrato de permissão leonino envolvendo a parceria?

 

Pelo menos da parte do sr. Barasuol fica demonstrado o total despreparo em se relacionar em uma parceria muito menos com uma Rede Parceira de cerca de 9.000 Lotéricas e que tanto tem contribuído com a CEF, com a população e com os objetivos sociais a que os Governos Federais vêm se propondo.

 

Está patente que no entender deste senhor não somos empresários lotéricos mas, sim escravos lotéricos.

 

Atenciosamente,

 

Empresário Lotérico – Sorocaba/SP

 

Fonte:  Informe Sincoesp



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Escrito por Luiz às 19h08
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A justiça prevaleceu

 

Apesar da batalha de nervos a que nós lotéricos de Belo Horizonte fomos expostos esta semana, a justiça ainda existe!

Recebemos um comunicado da CEF no dia 10 de novembro de 2008 informando que a Rodoban havia conseguido na justiça o direito de não receber os malotes da Embraforte apartir do dia 12 de novembro de 2008.

 

No entanto a situação se reverteu, e para a classe lotérica de Belo Horizonte foi uma grande vitória continuar com a parceria da Embraforte.

Segue o comunicado tão esperado pelos mais de 200 lotéricos que aderiram ao Grupo Embraforte:

 

 

Belo Horizonte, 11 de Novembro de 2008 

 

Prezado Lotérico 

 

Vimos com muita alegria informar que a Justiça se fez. 

 

O Tribunal de Justiça apreciando liminarmente nosso recurso de Agravo de Instrumento revigorou no dia de hoje a liminar anteriormente concedida.

 Não há mais risco dessa liminar cair ou ser revogada. 

 

Estaremos, portanto, operando normalmente e cumprindo o contrato celebrado com todos os nossos parceiros. 

 

Agradecemos o apoio recebido de muitos de vocês. Embora apenas por meio eletrônico tivemos a oportunidade de conhecer vários lotéricos e principalmente compreender o seu negócio e a luta diária de vocês. Estejam certos de que a luta de vocês é a nossa luta. 

 

A Embraforte se adequou para prestar o melhor serviço ao menor custo e não se vergará ante pressões de empresas que se julgam acima da lei. 

 

Ganhamos essa batalha e estamos convictos que com a solidariedade e o apoio continuado de vocês superaremos outros obstáculos que porventura sejam colocados à nossa frente. 

 

O dia de hoje foi um marco histórico, estejam certos. Presenciamos, com muita surpresa, a recomendação para que procurassem outra empresa.  Procurassem quem estivesse autorizado a operar com a Rodoban. Em realidade reafirmamos que aquilo era um engodo e uma ilusão. Ninguém operaria para vocês e os lotéricos ficariam reféns da Rodoban que certamente no curtíssimo prazo aumentaria sobremodo os custos. 

 

Vocês ficaram livres do jugo cartelista e podem contar com a Embraforte que não se dá ainda por satisfeita, pois levará esta luta adiante para apurar todas as responsabilidades daqueles que conduziram e estão conduzindo este processo de forma temerária e se antecipando até mesmo à Justiça.  

 

Marcos André Vilhena

 

Diretor Presidente

 

GRUPO EMBRAFORTE

 

 



Categoria: Notícias
Escrito por Flávia às 18h58
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Tentativa de imposição injusta aos lotéricos de B.H.

 

Desde que foi implantado o adicional de segurança para as unidades lotéricas pela CEF, a Rodoban que fazia as coletas e atualmente detém a tesouraria da CEF em Belo Horizonte – MG, devido a um contrato público, vem fazendo de tudo para atrapalhar a vida do lotérico que optou pelo Grupo Embrafote.

 

Foram analisadas várias propostas, inclusive a da Rodoban, que não teve interesse em cobrir a oferta justa feita pelo grupo Embraforte para a classe lotérica de Belo Horizonte.

 

As coletas feitas pela Embraforte começaram dia 10 de outubro de 2008, desde então a Rodoban já tentou de tudo, desde a negação de recebimento de malotes lotéricos, deixando os carros da Embraforte na porta do seu pátio, expostos a todo tipo de risco, ocasionando bagunça e descontrole geral nas contas dos lotéricos, até chegar a ponto de ser obrigada pela justiça a receber os malotes.

 

Deixamos agora uma pergunta no ar:

 

Porque a CEF que é parceira do canal lotérico está deixando a coisa chegar a este ponto?Basta uma intervenção por parte da CEF para que o direito a escolha seja respeitado.

 

Estamos em um país democrático, onde o lotérico tem o direito de escolher a empresa que irá lhe atender. Em nosso país CARTEL é crime.

 

Leia a seguir o comunicado da empresa divulgado ontem dia 08 de novembro de 2008.



Categoria: Opinião
Escrito por Flávia às 12h20
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Comunicado da Embraforte:

Companheiro Lotérico,

 

A Rodoban vem se valendo de uma série de artimanhas para impedir o trabalho da Embraforte e ao mesmo tempo em que o Lotérico tenha um custo compatível para o transporte de suas remessas. Nesse intento de impedir a Embraforte de prestar o seu serviço ela agora ludibriou o Judiciário.

 

Baseada numa consulta feita à GILIC/BH ela quer fazer parecer que está obrigada a atender, custodiar e processar apenas as remessas oriundas das Unidades da CEF, que são as agências, quando a própria GILIC diz nesta consulta feita que o contrato entra ela e a CEF tem por objeto o atendimento (transporte, processamento e custória) às Unidades (agências) e também aos clientes e correspondentes da CEF.

 

 A boa batalha é aquela que se luta com ética e respeito, mas não falseando a verdade.

 

 A Rodoban, com isto, está pondo em risco os funcionários da CEF que ingenuamente responderam a consulta, pois por ser uma empresa pública suas responsabilidades para com a população são bem maiores e o Ministério Público poderia vir intervir.

 

. Além disso, a Rodoban, sem qualquer escrúpulo, está ligando para diversos lotéricos dizendo que a Embraforte vai quebrar e que as remessas correm risco.

 

Isto não se faz. Isto é difamação caluniosa e a Embraforte vai tomar as devidas providências.

 

Temos que ter serenidade e acreditar nas Instituições de nosso país e nas pessoas de bem e principalmente nas empresas que estão procurando com trabalho sério e dedicado a conquistar honestamente uma posição no mercado.

 

 Não podemos nos render ao golpe baixo e aos subterfujos sem provas. A verdade, ao final, prevalecerá, mas até lá temos que ter prudência pois a exemplo do peixe que morre pela boca, a Rodoban vai ser vítima do prório veneno.

 

 Conclamamos a todos relfetir muito e aguardar pelo desfecho dessa questão que será concluída no foro próprio e não dar ouvidos aos agouros de quem quer, a qualquer custo e sem qualquer escrúpulo, monopolizar esse mercado."

 

A Embraforte atua no mercado de Transporte de Valores com pessoa a frente da empresa que tem 30 anos de experiência, ex-presidente da Prosegur Brasil, foi sócio da maior empresa de transporte de valores da cidade de São Paulo, a PRESERVE.

 

A Embraforte é contratada do Banco do Brasil já há vários anos para as agencias da RMBH, renovou o contrato recentemente, contrato este nas modalidades de Transporte, custódia, abastecimento e atendimento a ATM's (caixas eletrônicos).

 

 A Embraforte tem um sistema integrado ao Banco do Brasil para atendimento on-line, ou seja a Embraforte é uma extensão do Banco do Brasil. A Embraforte atende às todas as agencias do HSBC na RMBH.  A Embraforte tem uma tesouraria do HSBC dentro de sua base para manuseio e custódia do dinheiro dos clientes e agencias do HSBC.

 

Como poderemos acreditar que a Embraforte colocará em risco os lotéricos?!.. Como poderemos acreditar que o diretor presidente da Embraforte irá colocar seu nome em risco, um nome com 30 anos de referencia?!.. 

 

A Embraforte com idoneidade ganhou a confiança dos empresários donos das loterias e vem a cada dia consolidando a parceria com este grupo de pessoas, não é através de falácias e sim através de ações e muito trabalho ético, honesto e verdadeiro. A Embraforte agora tem uma responsabilidade a mais: - OS LOTÉRICOS!

 

A Embraforte conhece a luta do lotérico e adequou a forma de trabalhar, e inclusive o preço para atender a classe.

 

Não vamos deixar a grande empresa de transporte de valores (Rodoban) tentar monopolizar o mercado.

 

Precisamos neste momento a união dos parceiros, para que juntos ponhamos fim nesta tentativa maldosa da Rodoban de tentar imputar aos lotéricos preços exorbitantes,e ficar só no transporte de valores do  lotérico.

 Atenciosamente.

 

Rodrigo Vilhena

Superintendente Comercial

Grupo Embraforte

 



Categoria: Notícias
Escrito por Flávia às 12h17
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De quem é a culpa do caos da Rede Lotérica ?

 

 

Poderia me alongar aqui escrevendo sobre a resposta da Caixa ao estudo do IPEA, mas as cartas até agora publicadas com os comentários dos meus colegas já são suficientes para exemplificar de forma incontestável como o lotérico reagiu a mais esta pérola da Caixa Econômica Federal.

 

Volto a dizer que esta não é uma resposta só do Sr. Barasuol, mas sim a posição final da presidenta da Caixa, Srª Maria Fernanda, cuja carta da Febralot e Fenal foi endereçada.  Ela não assinou a “pérola”, mas pelo menos teve acesso ao texto, que teve seu aval para ser enviado, e na minha opinião representa a opinião final dada pela autoridade máxima do banco.

 

Há muito tempo deixei de acreditar no caminho do diálogo e da diplomacia com a nossa “parceira”.  Este tipo de resposta para mim não foi supresa, pois todos os executivos da Caixa, sem exceção, só tem um único objetivo, o lucro do banco.  Nem que para isto tenham que explorar empresários honestos e trabalhadores e destuir gradativamente a maior rede de correspondentes bancários e de Loterias do mundo.

 

Sempre acreditei que conviver com problemas só trás prejuízos, tensão, angústias e stress.  Problemas devem ter suas causas detectadas e eliminadas.  E afirmo que todo o problema tem uma CAUSA RAIZ, aquela que sendo eliminada, tratará a solução definitiva para o  problema.

 

Como todos nós sabemos, a Caixa só reconhece a Febralot e a Fenal como as instituições legítimas para negociarem com o banco, representando os lotéricos e discutindo nossos problemas, necessidades e expectativas.

 

Não me esqueço, e todo lotérico(a) também não deveria se esquecer, que se estamos vivendo esta crise descabida e sem proporções, isto se deve a total ausência de ações objetivas e contundentes de nossas Federações.

 

Não me esqueço que hoje pago parte do serviço de carro forte porque em reunião com a Caixa, o Sr. Paulo Michielon, ex-presidente da Febralot, e o Sr. Aldemar Mascarenhas, presidente da Fenal, aceitaram que a Caixa estudasse esta proposta indecente de adicional de segurança, quando deveriam reagir energicamente e pleitear a manutenção do custeio do serviço e a extensão deste para todos os lotéricos do Brasil.

(releia a notícia, clique aqui)

 

Não consigo me esquecer que no último estudo para realinhamento de tarifas, as Federações cederam e  concordaram com a redução de tarifas que prejudicaram imensamente o faturamento da maioria das lotéricas do Brasil.

 

Também não consigo me esquecer das declarações feitas pelo atual presidente da Febralot, Sr. Roger Benac, ao BNL, onde ele responde o seguinte ao ser perguntado pelo jornalista:

 

“BNL - Atualmente, ainda é um bom negócio ser empresário lotérico?

 

Roger – Sim, para aqueles empresários que estão comprometidos com o seu negócio. (O olho do dono é que engorda a boiada).” (clique aqui para ler a entrevista)

 

Discurso semelhante ao da Caixa e que tenta transferir a responsabilidade do caos que a Rede vive somente para má gestão dos empresários lotéricos.

 

Ontem, 31/10/2008, aconteceu uma reunião entre a Caixa, Federações e alguns Sindicatos para rediscutir o estudo do IPEA.

 

Não vou me iludir.   Acho que dentro do esquema padrão da Caixa, será solicitado mais prazo para reavaliação do estudo e da situação da Rede, e no final receberemos alguma migalha como resposta, e continuaremos a viver o nosso inferno diário das dificuldades do hoje e das incertezas do amanhã.

 

Resumindo, para mim a CAUSA RAIZ de todos os nossos problemas está na postura adotada pelos presidentes das Federações e da maioria dos presidentes dos Sindicatos, que escolheram o interminável caminho do "diálogo", ou melhor, da conversa mole para boi dormir, e da submissão perante os desejos e caprichos dos executivos da Caixa, prolongando de forma cruel a agonia da classe lotérica.  A política do “beija a mão”.

 

Acredito que a SOLUÇÃO DEFINITIVA de nossos problemas está nas mãos de todos(as) os(as) lotéricos(as) do Brasil.

 

Enquanto aceitarmos que representantes de nossa classe ajam e continuem agindo desta forma, chegaremos com certeza à falência de nossos negócios.

 

Então, colega lotérico(a), está na hora de você reagir e cobrar aqueles que nos representam.

 

Se assim eles não o fizerem, você tem o DEVER e o DIREITO de destituir de seus cargos estas pessoas que não fazem NADA POR VOCÊ.

 

Não podemos nos tornar uma classe de deficientes.

 

Temos e devemos que reagir com URGÊNCIA e DETERMINAÇÃO, pois

 

“Deficiente é aquele que não consegue modificar a sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência que é dono do seu destino.”

 

Mário Quintada  -  escritor gaúcho ( 1906 – 1994 )

 

 

 

 

 

 

 



Categoria: Opinião
Escrito por Luiz às 19h52
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Lotérico paulista expressa a sua decepção

 

Estou decepcionado.

 

Estive no último encontro dos lotéricos aqui em São Paulo, apesar de estar com uma gripe fortíssima consegui me manter atento durante todo o evento.

E fiquei muito esperançoso quando ouvi do Sr. Barasuol as suas considerações sobre o estudo do IPEA, dizendo que havia sido detectada defasagem na remuneração do lotérico e que algo precisava ser feito.

Falou das dificuldades em reajustar a remuneração de contas, do futuro que espera esse tipo de serviço e falou também que, em função destes problemas, e por não ver solução, tinha montado grupos de trabalho para encontrar soluções para melhorar a remuneração "das contas". Não sem antes fazer um comparativo entre a evolução do salário mínimo e a nossa remuneração "contas". Isso deixou-me esperançoso, afinal era o reconhecimento por parte de alguém da direção da Caixa, dizendo que algo precisava ser feito.

Ora, ora, ora... qual não é minha surpresa quando me deparo com um ofício da Caixa dizendo, e eu aqui resumo: vocês (lótéricos) são bem remunerados e o que lhes falta é gestão do negócio.

Decepcionante!!!

Como pode haver postura tão dúbia e inconsequente. Dúbia por ter posições diferentes sobre o mesmo tema e inconsequente por tê-las externado para uma coletividade, e num curtíssimo espaço de tempo pra agravar. Não dá pra dizer "houve evolução".
 
Eu, particularmente, estava confiante, mas agora... adeus credibilidade!!!

E aqui não estou citando a forma absurda com que foram colhidos os dados para base do estudo do IPEA, lembrando que os conceitos trabalhados não foram colhidos com o mesmo critério. Fica aqui apenas uma pergunta: todos sabiam o que é pró-labore?

 

Assinado, lotérico de Mauá - SP

 

Fonte:  Informativo Sincoesp



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 19h32
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Mais uma carta de um lotérico comentando a resposta da Caixa ao estudo do IPEA.

 

Caros Lotéricos ou seria “Baratos Lotéricos ?”

 

Quando o sr. Barasuol  diz que 8,10% é um bom percentual segundo o IPEA , sequer comentou o fato , mas , entende haver um problema , pois dá como solução um curso de Gestão Administrativa.No sub-item seguinte ele faz um comentário sobre o “décimo terceiro salário” que é próprio de quem nunca fez um curso de gestão administrativa , pois todos sabemos que um administrador que se preza faz em suas “continhas”  uma projeção de férias e outra para décimo terceiro salário, não importando a data , pois tal projeção deve ser distribuída mês a mês por todo o ano .Ainda na mesma frase o sr. Barasuol percebe que o faturamento de loterias caiu em relação ao ano passado , comparando-se aquele período citado, mas usa os números a favor da sua justificativa , fazendo um exercício de futurologia e prevendo um aumento no faturamento médio das loterias , não se lembrando que está havendo um aumento do número de casas lotéricas que irão dividir este suposto aumento de faturamento.

 

Considerando-se que as 21 despesas foram honestamente respeitadas, apesar das lotéricas terem sido escolhidas a dedo pela Caixa, pois se temos um pequeno universo de menos de 10.000 lotéricas e temos todas as informações das mesmas , por que não usar o total, ao invés de 8,10% ? Não percebi nas despesas o valor do pró-labore , ou melhor , salário do empresário lotérico, afinal de contas nós temos que : comer, levar nossos filhos para escola , dar atendimento de saúde para nossas famílias e no mínimo cuidar da segurança das nossas famílias entre outras tantas coisas que tenho certeza o sr. Barasuol provem para si e seus dependentes.Quanto a remuneração do capital investido o executivo da Caixa deve pensar que os lotéricos ainda são os mesmos que foram presenteados com as concessões , o que não é verdade , pois eu mesmo adquiri a minha loja através de um considerável valor além dos investimentos feitos por determinação da Caixa ( como duas padronizações ) e por minha própria vontade , como também e principalmente de segurança ( blindagem, sistema de monitoramento , vídeo e outros ). Gostaria de saber qual curso freqüentar na área administrativa para demonstrar que estou fazendo um bom negocio, onde sou obrigado a fazer um enorme investimento sem ter retorno previsto.

 

O item seguinte é no mínimo interessante, pois há alguns anos atrás um senhor que ocupava um cargo semelhante ao do sr. Barasuol , disse que daquele momento para frente somente os “PLAYERS” seriam lotéricos e para isso teriam que ser qualificados( administradores , economistas , engenheiros, etc...) e passar muitas contas nas máquinas , pois os que não passavam contas eram considerados “NO PLAYERS” , a partir daquele momento muitos empresários lotéricos , talvez por não se considerem capacitados , ou suficientemente “qualificados” venderam seus negócios a empresários que deveriam estar prevendo algum retorno no seu capital investido.Nesta mesma época ficou claro que o nosso negocio não se tratava de franquia , agora temos isto como comparativo.

 

Interessante, que quando tratamos  de fatos que nos interessam  definimos como nos convém , ou como convém a Caixa , pois sabemos de permissões que tiveram ofertas de mais de R$400.000,00 .

 

Então , por que não determinar como pró-labore um valor apenas suficiente para suprir as necessidades básicas  de uma família de classe média, onde o chefe da família tenha curso superior ( lembremos do PLAYER) , talvez fazer uma equivalência com uma família de um gerente da Caixa ( dizem por aí que somos igual a banco). Quanto isso representaria para o IPEA ?

 

Chegamos então ao grande número esperado pela Caixa : estamos muito bem com 8,70% de empresas com prejuízo e os demais apenas não comeram , não ficaram doentes, não permitiram que seus filhos estudassem, além de mais algumas coisas sem importância.Eu me pergunto se quando o senhor faz tal comentário está se colocando no nosso lugar ?

 

Sr. Barasuol entenda de uma vez por todas que quando o senhor abre uma casa lotérica num lugar desassistido, existe uma grande chance de não vingar, conforme aconteceu no passado aqui na Vila Madalena em São Paulo, e aí  o que acontece é que tal loja acaba sendo realocada causando desconforto e dividindo o movimento de outras lojas.

 

Me preocupa cada vês que ouço que a Caixa está fazendo estudos para novos negócios , pois como no caso da BCP no passado , onde vendíamos os cartões físicos com margem de 9,00% , fizeram  um estudo e reduziram drásticamente a margem de ganho , ou seja , passamos a vender um papel(comprovante da recarga) que custa , segundo a Caixa, muito mais do o cartão plástico.E recentemente tivemos a “grata satisfação” de ter os percentuais ainda mais reduzidos para algo em torno de 3,00%.

 

Por que investir em estudos , e não em propaganda e em segurança ?

 

Tenho além do exposto mais algumas dúvidas :

 

O senhor sabe quanto realmente custa um funcionário de uma casa lotérica? Tem consciência que estaremos já a partir do mês que vem demitindo, por não termos como remunera-los ?

 

Sabe que o custo do carro forte passou a ser da ordem de R$1000,00 por mês ? De onde tiraremos tal recurso ?

 

Sabe que não é a primeira vez que não temos raspadinha para comercializar ?

 

Sabe que a solução tecnológica da Caixa é bem mais lenta e falha que a antiga G-Tech ?

 

Sabe que poderíamos trabalhando juntos solucionar alguns problemas com baixíssimo custo ?( exemplo : como acontece com os bilhetes premiados , fazer o mesmo com os prognósticos , imprimindo dez ou vinte ao mesmo tempo .

 

Sabe que os maiores problemas de demora  das máquinas estão nas impressoras e leitoras  ?

 

Onde está aquele sr. Barasuol , que eu me lembro que foi muito bem recebido pelos lotéricos , pois sabiam que conhecia nossos problemas e seria a pessoa indicada a nos ajudar ?

 

Por fim, hoje quando vinha para minha loja no meu carro ( ano 97) , estava parado no transito observando e percebi que temos boas leis ( no transito) e o que não temos mais é ética , pois temos sempre como burlá-las e com “jeito” ainda afirmar que temos razão.Mas a grande maioria das pessoas ainda respeita as leis a ética e os bons costumes.

 

Obrigado pelo que fará a partir de agora, com ética e respeito por uma classe que a muito veste a camisa da azul da Caixa Econômica Federal, e é a grande responsável por uma gorda fatia dos lucros esta instituição, e mais do que isso foi a grande solução para o esvaziamento das agências reduzindo custos.

 

Assinado, lotérico desde 1970

 

Fonte:  Informativo Sincoesp



Categoria: Notícias
Escrito por Luiz às 15h59
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Autor: Dep. Beto Mansur - PP / SP

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